Vitória, mas sem fazer o dever.

Dois minutos e o Palmeiras abre o placar, porém pra quem esperava uma goleada e classificação sem sustos, o jogo permaneceu apenas 1 a 0 e agora será necessário um segundo jogo na próxima quarta em São Paulo.

O começo foi algo arrasador, pois logo de cara foi pressão total e em um avanço do zagueiro Henrique, ele tocou para o Daniel Carvalho, que de primeira deixou Barcos livre para abrir o placar. O gol, que deveria ter feito bem ao time, acabou tendo efeito contrário e acomodou-o, que começou a levar a partida em “banho-maria”, indo com calma e com aquela história de que pode decidir a qualquer hora. Até criou algumas chances durante o primeiro tempo, mas não conseguiu transforma-las em gol.

Segundo tempo veio ainda pior, com o time simplesmente deixando o tempo passar e indo só na boa, não arriscava, não tentava nada e o Felipão ao meu ver mexeu mal ao tirar o Daniel Carvalho e por o Pedro Carmona(devia ter deixado os dois). Ele entrou sem ritmo, já que mal vem jogando, e o Palmeiras continuou praticamente na mesma. O Coruripe até teve chance ou outra, mas nenhuma que fosse realmente um risco para o resultado. Ao ver que o jogo se aproximava do fim e nada saia, o time(que já tinha em campo Bueno e Chico) avançou de forma afobada e nada conseguiu, senão uns parcos lances de algum perigo, mas que não mudaram o resultado final, ou seja, jogo de volta em São Paulo.

Tirar algo de proveitoso dessa partida é realmente complicado, haja visto que o time jogou de forma acomodada boa parte do jogo, então ressaltaria apenas o oportunismo e artilharia do Barcos, que marcou seu oitavo gol em nove jogos e caminha bem para cumprir sua promessa de no mínimo 27 gols na temporada.

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