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A nostalgia e a supervalorização do “craque”

 

Todo começo de temporada é a mesma história, os clubes contratam vários jogadores, que causa o crescimento da esperança do torcedor na transformação do time em um esquadrão imbatível. Poucas vezes tal esperança é concretizada e o que normalmente vemos é um time formado por pseudo craques, o primeiro assunto desse post, a supervalorização do jogador.
Tenho notado há alguns anos que tem ocorrido uma transformação forçada de jogadores medianos em craques, atletas que antes passariam desapercebido hoje são tratados como gênios e grandes ídolos de seus clubes. Acredito que muito dessa valorização passa pelo nosso orgulho de considerarmos os melhores no futebol e por isso não podemos aceitar que na atual geração existe apenas um único grande jogador de ataque atuando em alto nível. Graças a esse orgulho, a parte da imprensa e empresários, hoje vemos jogadores que tem como praticamente a única qualidade a raça ou aquele que tem lampejos de genialidades, serem colocados como os grandes destaques e ídolos do futebol Brasileiro.
E é aí que vem o outro assunto que gostaria de comentar nesse post, a nostalgia. Muitas vezes quando comentamos destes jogadores supervalorizados ou quando reclamos da postura de algum outro buscamos o exemplo de atitude em jogadores do passado. É muito comum ouvir comentários do tipo “Bom era quando havia jogadores polêmicos como Vampeta, Viola e Paulo Nunes” ou “Não temos mais atacantes como Romário, Ronaldo e Luizão”. Será que era tudo isso mesmo? Claro que alguns jogadores, como Ronaldo e Romário, são de qualidade praticamente indiscutível, mas as vezes acho que por ter sido uma criança na década de 90, tudo pra mim daquela época será melhor, o que me faz, num exemplo exagerado, achar que o Denílson foi uma jovem revelação mais importante ao São Paulo do que o Lucas está sendo agora. Muito dessa opinião vem por ter visto o Denílson no São Paulo com meus 10, 12 anos( e graças ao meu menor conhecimento, os 14 anos que fazem eu esquecer as partidas ruins e por ser menos crítico) me fazem supervalorizar um atleta que teve boa passagem, mas que não foi genial como diziam.
A supervalorização e a nostalgia são 2 sentimentos que sempre nos acompanharão em relação a jogadores e times, todos nós temos uns jogador ruim que era (ou é) admirado ou um craque do passado que achamos melhor que todos (vide a eterna briga entre Maradona e Pelé, que pode ganhar a opção Messi nos próximos anos), apenas o que não é legal e nós cegarmos e tornarmos inflexíveis, não aceitando críticas ou vendo qualidades, como muitos fazem.

10 Uniformes de Goleiro que fizeram história

10 Uniformes de Goleiro que fizeram história

Desde as primeiras versões das regras do futebol, foi definido que o goleiro deveria utilizar um uniforme que diferenciasse dos outros jogadores. Inicialmente foram usados uniformes de cores neutras e discretas, como preto, branco e azul, porém a partir dos anos 70 e 80 começou a haver uma revolução de cores e padrões, que chegou ao ápice nos 90, tornando as vestimentas de goleiro em um retrato da personalidade do goleir.  Para mim esse são 10 (mas não únicos)  uniformes de goleiros que fizeram história:

1 –  Emerson Leão – A partir da metade de sua carreira, Leão começou a usar uma camisa listrada horizontalmente com as cores do clube que defendia e essa se tornou uma de suas marcas. Na Imagem, réplica da usada no Palmeira feita pela Adidas  recentemente.

2 – Zetti – Clássico uniforme vermelhofeito pela penalti que foi usada em boa parte da sua passagem pelo São Paulo. Recebeu uma réplica uns anos atrás, feita pela Reebok.

 

3- Taffarel –  Os uniformes usados nas Copas de 94 e 98 são belíssimos (principalmente em comparação com os atuais)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4 – Rogério Ceni – No começo dos anos 2000, rogério começou a usar camisas com desenhos seus em situações como dirigindo um monster truck ou pilotando um avião, após um tempo aposentou essas camisas.

 

 

 

 

 

 

 

 

5- Chilavert – Se não o primeiro goleiro a usar ilustrações na camisa foi o principal jogador a popularizar. Suas camisas ficaram famosas pela ilustração do cão. Nos últimos anos de carreira usou camisas mais discretas.

 

6- Jorge Campos – Bom goleiro Mexicano que nunca foi levado a sério graças a sua excentricidade e uniformes extremamente coloridos.

7 – Ronaldo – Não sei se era imposição da fornecedora ou se era do próprio jogador, mas as camisas usadas no Corinthians sempre tiveram uma beleza peculiar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8- Template Adidas Copa 94 – Uniforme usado pelos times que vestiam adidas na copa de 94, a grande diferença pra cada seleção eram as cores usadas, porem seu desenho marcou. Na foto o mítico goleiro Sueco Thomas Ravelli.

9 – Pablo Aurrecochea – Goleiro Uruguaio do Guarani do Uruguai, famoso por usar uniformes baseados em super heróis ou desenhos animados.

10 – Jerémie Janot – Goleiro frances do Saint Etienne. Talvez o goleiro mais fanfarrão em atividade, ja chegou ao ponto de até usar uma mascara de homem aranha.

Valeu, Ronaldo.

Valeu, Ronaldo.

 

Ele começou ainda menino em Bento Ribeiro. Depois foi pro Cruzeiro, PSV, Barcelona, Inter de Milão, Real Madri, Milan e Corinthians.

E seleção brasileira, claro.

Ontem o maior artilheiro da história das copas fez sua derradeira partida com a amarelinha, e qualquer coisa que for dita aqui será apenas repetição do que já foi dito em qualquer outro lugar, seja na televisão, rádio, jornal internet e mesas de bar.

Sendo assim, cabe a mim dizer aquilo que todo cidadão brasileiro gostaria de ter a oportunidade de dizer pessoalmente a ele:

MUITO OBRIGADO RONALDO!

Seleção Brasileira: entrevista coletiva

Seleção Brasileira: entrevista coletiva

Logo mais às 13h, começa a entrevista coletiva do presidente da CBF, Ricardo Teixeira e do homenageado da semana, Ronaldo (Fenômeno), que se despedirá amanhã da Seleção Brasileira no amistoso contra a Romênia.

A coletiva acontecerá no Hotel Caesar Park Guarulhos e será transmitida ao vivo pela CBF TV (www.cbf.com.br).