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Esperança verde

Depois de tudo que aconteceu na última semana, o jogo contra o Tigre parecia o prenúncio de mais uma terrível crise que o time do Palmeiras poderia se enfiar, no entanto o que se viu foi um time jogando como nunca, com uma garra, dedicação e entrega que a torcida espera e o resultado foi uma vitória convincente por 2 a 0 e chances renovadas na competição.

Sem diversos jogadores(contundidos ou não inscritos por conta do “maravilhoso” negócio Barcos), 12 para ser exato e ainda perdendo o Patrick Vieira machucado no começo do jogo, o time conseguiu dominar completamente a equipe argentina, fez os gols com Caio e Charles e ainda apanhou o jogo todo(coisa que o Tigre faz de melhor). Chegou aos 6 pontos e tem no jogo da próxima semana contra o Libertad a chance de inclusive assumir a ponta do grupo.

A diretoria não contratou ninguém até o fechamento da janela e até por conta da paralisação no período da copa das confederações, não se sabe se trará alguém, porém parece mais do que óbvio que contratações são urgentes, em especial com o time se classificando na libertadores, tornam-se obrigatórias, pois com o atual time não dá para se almejar grandes coisas na competição sul-americana.

O time apesar de toda entrega e dedicação, mostra os mesmos defeitos já tanto citados aqui, ou seja há um limite muito claro no que o time pode conseguir apresentar e esse limite está longe de ser alto. Talvez alguns lances de sorte(considerar que algum dos jogadores da base de fato comece a estourar) parece ser o que se pode esperar no momento.

Paulista foi jogado para segundo plano, tanto que o time entrará ainda mais mexido(se é que isso é possível) contra a Ponte Preta, visando evitar novas contusões de peças importantes, tudo para ter o melhor time possível contra o Libertad. Acredito que tentar ganhar a competição estadual serviria principalmente como uma forma de dar mais moral ao time, porém considerando que o time certamente se classificará, a decisão é mais do que acertada.

Essas próximas semanas devem ser decisivas para saber o que espearar desse time e principalmente se ele pode ter algo mais a oferecer ou se será o time que pode jogar bem todos os clássicos, depois ser goleado por um Mirassol da vida.

O que esperar?

Pós-libertadores, o Palmeiras teve a chance de se redimir dos vexames no exterior, porém após essa última sequência de jogos, fica-se meio incerta a evolução ou não do time.

Dois empates(contra São Caetano e São Paulo) e um vitória no sufoco(contra o Paulista) mostraram dois times: o do jogo contra o São Paulo, que tal como no clássico contra o Corinthians, jogou de igual pra igual, teve chances de vencer, mas acabou ficando no empate. O Valdívia por sinal havia feito uma excelente partida, sendo o principal destaque do time.

O outro Palmeiras é aquele dos jogos contra Paulista e São Caetano, um time inseguro, que se afoba para tentar definir, que s abala quando toma gol e que não tem nenhuma “válvula de escape”, ou seja um jogador que para e acalma os outros.

Valdívia, apenas para variar está machucado e novamente o time fica sem referência. O Barcos que deveria ser essa peça, já se foi e sinceramente ainda fico me perguntando aonde que essa porcaria foi um bom negócio…

Devo admitir sim, que Vilson e Leandro devem logo ser titulares, porém e ao fim do ano? o time perde eles e nada? Negócio que passa os limites do ridículo… Que pegassem um empréstimo, que renegociassem, mas não liberar dessa forma, ainda mais sem um substituto à altura. Porque por mais que o Kleber seja até um bom jogador, é pressão demais para alguém tão novo(ele só tem 22 anos). Até no último jogo ele já mostrou mais participação e empenho, porém a torcida não tá dando folga pra ele, o que complica ainda mais a adaptação e evolução dele no time.

Vendo a situação atual é muito difícil dizer o que esperar nos próximos jogos, em especial os 3 próximos da Libertadores… o time corre um risco real até de ser eliminado na primeira fase(o que inegavelmente seria patético), vai depender demais do time jogar todos próximos jogos 110% do que pode, terão de fazer tudo e mais um pouco, em especial no jogo contra o Sporting Cristal no Peru.

O time em si é todo falho e para piorar as laterais são desesperadoras… Se por um lado Ayrton e Juninho são duas avenidas, por outro Weldinho e Marcelo Oliveira fugiram dos treinos de cruzamento. Eles até marcam de forma razoável, mas o apoio de ambos tem sido legitimamente o “a natureza marca” e com a ausência de um meia de ofício, o time fica sem o desafogo das jogadas laterais.

Tem sido difícil dar uma real perspectiva de otimismo para esse time… vejo que tudo dependerá do time se classificar na libertadores e virem os ditos 3 reforços “de peso” prometidos pelo Brunoro, porque do contrário será um verdadeiro calvário a série B, pois esse time nem de longe é melhor que os que disputarão a competição.

 

 

 

 

 

 

Vitória e estréia com gol

Alcançando seu sétimo jogo de invencibilidade, o Palmeiras venceu o Barbarense por 1 a 0 e segue a boa fase.

O time continua a apresentar alguns defeitos já esperados, como o problema criativo e a falta de pontaria(fruto da falta de reforço em ambas áreas), porém vem mostrando mais consistência defensiva, tanto que durante todo o jogo, o time pouco foi ameaçado. O Vilson entrou muito bem como primeiro volante e vem dando mais segurança para a zaga, tanto que até o Maurício Ramos subiu de produção com esse meio mais forte(Vilson, Souza, Márcio Araújo e Wesley), o único problema é que esse meio não é tão criativo, haja visto que não tem nenhum meia, porém para o momento parece ser o mais confiável.

Os laterais Weldinho e Marcelo Oliveira também trouxeram mais consistência defensiva ao time, apesar de não serem também primores técnicos(acho ambos apenas razoáveis), entraram consideravelmente melhor que seus antecessores Ayrton e Juninho, que deixavam avenidas na defesa.

O ataque com Vinícius e Patrik Vieira vem se mostrando eficiente no que se propõe: dar muita velocidade ao ataque, entretanto infelizmente ambos ainda não tem tanta eficiência nas finalizações, o que acaba resultando no desperdício de diversas chances, porém pelo fato de ambos serem muito novos, talvez um treino mais específico de finalização possa se não corrigir pelo menos atenuar esse defeito. Porém é de se reconhecer que ambos subiram de produção nos últimos jogos.

O jogo marcou o retorno do Valdívia, que entrou bem na partida, apesar de ainda estar claramente fora de ritmo. Não é um jogador que ainda se possa confiar, pois não sabemos se dessa vez ele conseguirá emplacar uma sequência de jogos(o que vem sendo raríssimo nos últimos tempos)

Estava reservado para esse domingo a mais grata surpresa do dia: a ótima estréia do atacante Leandro, que palmeirense assumido marcou o gol da vitória e fez boa partida. Pelo nível demonstrado durante a partida, parece ser apenas questão de tempo para que ele assuma o posto de titular da equipe. Outro vindo da troca do Barcos(que continuo achando ruim pelo fato de todos jogadores terem vindo por empréstimo) que parece será muito útil ao time.

O time agora pega o Libertad fora de casa e jogará como gosta: firme no setor defensivo e apostando em rápidos contra-ataques. Se demonstrar a mesma força, raça e entrega dos últimos jogos, não será surpresa se trouxerem um bom resultado do Paraguai.

Confiança era algo que o time havia perdido nos últimos tempos, porém as boas apresentações parecem estar trazendo-a de volta. A cada jogo a tendência é que o time torne-se mais difícil de bater, principalmente se a defesa mantiver o ritmo e os jogadores de frente encaixarem bem no time(casos de Kleber, Valdívia, Leandro e até mesmo o Rondinelly). Não será um time genial, entretanto um time que joga cada jogo como uma decisão, buscando trazer de volta o respeito e a grandeza que essa camisa merece.

Time de 2013 com cara de 2012

O ano futebolístico começou praticamente como terminou 2012 para o Palmeiras: com o time capengando em alguns jogos e conseguindo alguns resultados mais na base da entrega do que propriamente no time ajeitado.

O jogo contra o Bragantino foi uma verdadeira tortura, pois o time sem ritmo(e sem reforços) sofreu contra a defesa bem postada do time de brangança. Em compensação contra o Oeste o time mostrou um pouco mais de força coletiva e conseguiu um resultado melhor, 3 a 1, com gols de Barcos, Patrick Vieira e Luan(em momento de redenção depois de ter sido vaiado no primeiro jogo e ter até pedido pra sair).

Evidentemente que jogos de começo de ano não são referências nem pra mais, nem pra menos, porém o preocupante para a torcida é que o “Palmeiras ideal” com o que se tem no elenco atualmente é esse aí… e sendo realista esse ideal está muito longe de ser o adequado.

O time sofre basicamente dos mesmos defeitos do ano passado: falta de companheiro para o Barcos, defesa capenga(Henrique tem de se desdobrar), meio pouco criativo(o Patrick Vieira não está ainda “maduro” e o Valdívia… bom continua sendo o Valdívia de desde que voltou).

O time carece de muitas peças, tanto para compor elenco, como para o time titular e dar conta de tantas competições como o time terá no ano e para se fazer um papel minimamente decente, contratações são indispensáveis.

A nova presidência chegou(assunto a ser tratado mais a fundo em outro texto), mas deve agilizar na busca por novas e qualificadas peças, pois o erro que o Palmeiras vem cometendo basicamente desde a saída da Parmalat é: trazer muitas peças, pagar valores médios por elas, elas não trazerem resultado, mais peças de valor médio serem contratadas, também não trazerem resultado e ao fim das contas se deixou de trazer um jogador de valor mais alto que certamente resolveria, para trazer 3, 4 que somados dão o mesmo custo e que não adiantaram nada.

Time não se faz só com jovens, ou só com jogadores caros no Brasil, é necessário que haja uma mescla e um equilíbrio, para que o time consiga lançar jovens da base, ou apostas vindas de clubes menores e que os mesmos entrem sabendo que tem um jogador “costas largas” que pode servir de apoio para que ele desenvolva seu futebol e assim se evite de queimar e perder boas peças.

Depois de muitos anos, a base do Palmeiras parece trazer uma boa safra de jogadores, pois além dos já integrados João Denoni e Patrick Vieira que na reta final se destacaram pela entrega e luta para que o time não caísse, na Copa São Paulo vimos jogadores que podem ser facilmente aproveitados no time principal, casos de Bruno Dybal, Diego Souza, Chico, João Pedro, o próprio Luiz Gustavo(aquele sacado depois do pênalti), entre outros que se não chamaram tanta atenção como os citados, demonstraram muito potencial também. São peças valiosas que precisam de jogadores que segurem a pressão, para que eles possam assim mostrar no time principal a mesma desenvoltura que mostraram em categorias menores.

O Palmeiras começa a temporada, achando que ainda está no fim da passada e é preciso abrir o olho, pois do contrário o ano pode ser de vexames que poderiam muito bem ser evitados se o time agisse com o mínimo de agilidade no mercado(isso fica como uma crítica mais a antiga direção do que a nova, que acaba de iniciar seu trabalho e ainda precisa de um período para ser cobrada ou elogiada).

Mês de muitos baixos e poucos altos

O mês do Palmeiras, foi algo a ser esquecido. Praticamente tudo deu errado: derrotas inexplicáveis, atuações muito abaixo da média, jogadores que caíram de produção sem razão aparente, lesão do principal reforço da temporada e a eliminação no Paulista, depois de ter se classificado apenas em quinto, para o Guarani. A parte que se salvou foram as até agora regulares atuações na Copa do Brasil, que na última quarta teve a vitória fora de casa contra o Paraná.

O time passou por uma oscilação que começou basicamente depois da derrota no clássico e algo que deveria ser encarado como normal(clássicos sempre são imprevsiveis) e foi se arrastando pelo resto do Paulistão. Derrotas para Mirassol e Guarani, uma vitória jogando mal contra o Paulista de Jundiaí e um empate contra o rebaixado Comercial e jogando com 2 a mais praticamente todo o segundo tempo, mostraram que o time teve por demais sua confiança abalada e o resultado contra o Guarani nas quartas foi quase que esperado, principalmente devido a falta de atitude do time.

Em contrapartida, na Copa do Brasil, mesmo sem apresentar aquele futebol consistente do início do ano, o time vem jogando de forma muito regular, tanto que eliminou o Horizonte o primeiro jogo e contra o Paraná, praticamente não foi ameaçado.

Difícil tentar explicar o que aconteceu com o time, pois apesar de diversas notícias descabidas de “ambiente ruim”, o time continua unido da mesma forma que estava no começo do ano. Acredito que algo que tem melhorado é a diminuição dos respingos das “crises” que são colocadas pela mídia no time, pois apesar de vez ou outra surgir alguma bobagem(exemplo que o Assunção estaria indo pro São Paulo, o que é uma notícia sem nexo nenhum), poucas tem efeito impactante no time, como o que ocorria frequentemente ano passado.

Vejo essa Copa do Brasil como a competição perfeita para o time resgatar a confiança e principalmente disputar com boas chances o título, pois os favoritos em questão: São Paulo, Cruzeiro, Grêmio, Botafogo e Atlético-MG, nenhum vem mostrando regularidade, todos são times que ainda oscilam muito entre boas atuações e jogos medíocres.

Ter esses 15 dias de folga entre um jogo e outro da Copa, foi altamente benéfico para o time, ainda mais saído de uma vitória, pois agora ele terá tempo para se reorganizar e principalmente(e fundamental na minha opinião), recolocar a cabeça no lugar e retomar a confiança que era a tônica do time no começo da temporada.

Há muito a ser corrigido ainda e essa fase ruim não pode ser motivo para se jogar um trabalho que começou bem no lixo. Os jogadores não desaprendera a jogar de uma hora pra outra, então não é caso de se dispensar vários e trazer de baciada. As contratações até o momento foram muto bem feitas e o time se qualificou demais em relação ao ano passado, precisando apenas de ajustes e um pouco mais de sorte com lesões(perder o Wesley quando ele estava começando a se entrosar foi um golpe duro). Com algumas surpresas muito agradáveis(quem esperaria a subida de produação do João Vítor, ou mesmo que o Artur que ninguém dava nada, fosse ter um bom rendimento) o time tendo um elenco com mais opções, pode sim disputar pelo menos uma vaga na próxima Libertadores.

Hora de decisão

Terminou a fase de classificação do Paulista, e agora com as oitavas de fina da Copa do Brasil, podemos dizer que o Palmeiras entrou naquele momento onde erros não serão mais perdoados.

O jogo de domingo contra o rebaixado Comercial, foi uma verdadeira aberração… o time estava completamente perdido em campo, errava passes fáceis, falhava na marcação, tanto que tomou um gol de contra-ataque por total desatenção do time. Custou a empatar, mesmo estando com 2 a mais, ainda tomou um gol e empatou no susto no final. Independente do time ter tido um gol muito mal anulado no final, que daria a vitória, a atuação pífia é de se chamar a atenção.

Díficil dizer o que acontece, pois parece que além de ter de ouvir as bobagens que saem na imprensa, visando justamente jogar outra crise no clube, as vezes parece que os jogadores de fato acreditam naquele monte de baboseiras que falam, pois o que se viu nesses jogos foi justamente o time sem confiança e com medo de perder e de falhar.

Se já houveram times/elencos que falharam, o time tem de saber diferenciar o que é aprender com os erros, de achar que porque aconteceu com um, que acontecerá com eles também.

O time terá a primeira prova domingo contra o Guarani, em uma “revanche” daquele primeiro jogo, onde foi derrotado por 3 a 1. Uma vitória já serviria para recupera a moral do time, que na quarta seguinte, encara o Paraná pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

Apesar dos jogos horríveis e derrotas inexplicáveis, o time ainda perdeu quando poderia perder, e agora eles terão a chance de escolherem: se vão jogar com garra para ter um ano bom, ou jogar como vem jogando e aí sim dar razão a possíveis temores com mais um ano pífio. Depende apenas dos jogadores mudar esse cenário e domingo pode ser o divisor entre um ano promissor e mais um ano na fila.

Recuperação ou novo vexame?

Depois de um campeonato brasileiro pífio e de um início de temporada nada animador para os torcedores do Palmeiras, não é de se surpreender que a equipe do Felipão só tenha conseguido fazer 5 dos 9 pontos que disputou nessas três primeiras rodadas do Paulistão 2012.

A equipe é fraca, falta um líder no time e até mesmo o Felipão já não parece mais o mesmo. Isso para não falar das desastrosas trapalhadas da diretoria palestrina.

Quem acha que é exagero pode ver e analisar os resultados até aqui. Uma vitória e dois empates. O primeiro empate contra a Portuguesa ainda vá lá. Mas não dá pra engolir o empate contra o Catanduvense. Talvez possa entrar para a história desse Paulistão como um dos jogos mais sem sal do torneio.

Para acabar ainda mais com a moral do time, basta dar uma passadinha de olho na tabela de classificação. Além de ter que ver os dois maiores adversários na liderança, o Palmeiras está atrás de Paulista, Ponte Preta, Mogi Mirim e Guarani!

Na próxima quarta, dia 1º de fevereiro, o time vai ao Pacaembu tentar reverter essa fase regular. O adversário da vez é o Mogi Mirim, que atualmente ocupa a 5ª colocação na tabela (O Palmeiras está no 7º lugar) .  Vamos esperar para ver.  Eu acho que dá vitória do Palmeiras por 2 x 0 até para os jogadores ganharem moral. E vocês leitores do Em Cima da Linha? Alguém arrisca um placar?

Paulistinha 2012 – Estréia Tricolor

Ontem foi a estréia tricolor no Campeonato Paulista (Paulistinha 2012), confesso que não sou um dos maiores admiradores deste torneio – que em minha opinião não deveria existir (sobre isto escreverei outra coluna), mas em função da coluna assisti ao jogo e tirando todas aquelas considerações de início de temporada (falta de pré-temporada, equipe ainda em formação, reforços que ainda não puderam estrear, contusões entre outras) o jogo até que foi agradável.

O técnico Leão escalou o tricolor no sistema 4-2-3-1, com dois volantes com razoável saída de bola (Wellington e Denilson), mais a frente Lucas aberto na direita, Fernandinho na esquerda e Cícero cuidando da armação pelo meio, e somente o Luís Fabiano na frente. Nas laterais,  Piris ficou um pouco mais preso na defesa, com Cortês avançando mais e no miolo da zaga, Rodolfo pela direita (é onde ele rende mais) e o limitado Edson Silva pela esquerda.

Uma montagem simples e óbvia em que o time se portou bem diante de um adversário que provavelmente vai brigar contra o rebaixamento, fazendo a obrigação e vencendo de forma fácil no Morumbi.

Alguns ajustes precisam ser feitos, Cícero não tem condições de ser o “cérebro” desta equipe, os avanços do Cortês precisam ser mais bem aproveitados e precisa haver uma cobertura eficiente por parte dos volantes nestes avanços. Situações que podem ser amenizadas com as estréias de Fabrício e Jadson (que acredito não ser também o meia clássico que o tricolor buscava).

Individualmente, gostei das atuações do Cortês (sabe marcar e tem muito vigor para o apoio), Lucas (apesar de prender a bola em excesso, mostrou que está afim de algo mais), e do Casemiro (entrou bem jogando com simplicidade e dando mais qualidade ao meio).

E você, o que achou da estréia tricolor?