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Dossiê futebol/seleção nacional – ciclo 2014

Dossiê futebol/seleção nacional – ciclo 2014

Depois de tudo, parando e analisando friamente o que ocorreu, vemos que o auge do vexame do futebol nacional, não é assim tão obra do acaso ou de “6 minutos de apagão” como disseram de forma até certo ponto ridícula o Felipão e o Parreira(que aliás continua sendo arrogante quando fala, tem-se a impressão que ele acha ser o único que entende de futebol, coisa que para mim nunca passou de um técnico comum com muita fama). Para entender melhor tudo o que aconteceu, farei um pequeno dossiê, começando pelo que houve nessa copa(ou seja, pelo meio), depois indo para o como o futebol e a seleção chegaram na atual situação e o que pode ser feito para sairmos dela, que nos moldes que está, tende somente a piorar.

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A Copa de 2018 começa agora.

A Copa de 2018 começa agora.

A Seleção Brasileira encerrou sua participação na Copa do Mundo de maneira melancólica na derrota por 3 a 0 contra a Holanda. Este Mundial embora tenha mostrado uma melhor colocação em comparação em relação às duas últimas Copas, mostrou uma seleção sem nenhuma consistência tática vencendo somente adversários sem tradição nenhuma no futebol (Croácia, Camarões, Chile e Colômbia) e tendo muita dificuldade com adversários com um pouco mais de história (México, Alemanha e Holanda).

Muitos erros foram cometidos nesta campanha, porém é preciso assimilar estes erros, corrigi-los e iniciar o planejamento para Copa de 2018. A atual seleção tem média de quase 28 anos (27,78), o que inviabiliza a continuidade de vários jogadores desta seleção que teriam mais de 30 anos na próxima Copa.

Para se pensar em uma seleção em condições de disputar as próximas Copas, faz-se necessário uma análise dos jogadores da atual seleção e das últimas seleções de base (olímpica e sub 20) para mesclar experiência e juventude.

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A vergonha

A vergonha

brasil

Sim, eu me enganei. pra variar

Escrevi aqui neste texto, antes do jogo que a seleção brasileira não passaria mais vergonha na copa, que sem o Neymar o time ia melhorar, que íamos para a final e mais um monte de coisa que agora sabemos não fazer mais sentido algum.

Como explicar a derrota de hoje? A humilhação? Como explicar o inexplicável? (mais…)

Duelo de campeões agitam as semifinais da Copa das Copas

De um lado, Brasil e Alemanha. Do outro, Argentina e Holanda.
Se já não bastasse o peso e a tradição das camisas, os quatro times que entram em campo pela disputa de uma vaga na final contam com uma bagagem bem recheada de troféus: são 10 títulos mundiais e 11 vice-campeonatos em campo.
No primeiro duelo, logo mais às 17h, no Maracanã, Brasil e Alemanha são responsáveis por oito títulos e mais seis vices.
Já as seleções da Argentina e da Holanda somam dois títulos mundiais e cinco vice-campeonatos.
E não para por aí. Esta é a primeira vez na história que as semifinais reeditam duas finais de Copas passadas.
Brasil e Alemanha entram em campo hoje para reeditar a final da decisão de 2002, que foi disputada em 30 de junho no Internacional Stadium, na cidade de Yokohama no Japão. Naquela ocasião, o Brasil venceu a Alemanha por 2–0, com gols do Ronaldo.
Coincidentemente, o outro jogo da semifinal entre Argentina e Holanda reedita a final de uma outra Copa: a de 1978.
A 11ª Copa da história foi disputada no país dos hermanos que ficaram com o título após vencer a Holanda por 3×1 na prorrogação. Vale dizer que nesta copa, o Brasil ficou em terceiro lugar.
E para encerrar as coincidências, outra disputa chama a atenção. Nesta Copa 2014, os quatro times que estão nas semifinais disputam acirradamente a artilharia da competição. Müller (Alemanha), Messi (Argentina) e Neymar (Brasil) marcaram quatro vezes cada e tentam (excluindo Neymar que está fora da Copa) alcançar o colombiano – já eliminado – James Rodríguez. Robben e Van Persie da Holanda estão logo atrás, com três gols cada.
Um pouco mais atrás e ainda na disputa, o brasileiro David Luiz e Hummels (Alemanha) com dois gols cada.
Apenas por este histórico já dá para ver que serão disputas bem acirradas. E que vença o melhor futebol.

Um Craque… Fora da Copa

Um Craque… Fora da Copa

As quartas de final fizeram mais uma vítima. Assim como na fase de grupos quando vimos o melhor do mundo (CR7) se despedir melancolicamente com apenas um gol e nas oitavas de final quando vimos o melhor goleiro da Copa (Howard) – com uma partida fora do comum – também se despedir do Mundial. Esta fase fez com que mais um craque desse “tchau” à competição.

Um craque de apenas 22 anos,  que veste a camisa amarela de número 10, responsável por 50% dos gols de sua equipe e que foi caçado pelos adversários em seu último jogo, mas ainda assim conseguiu fazer uma boa partida de despedida

Não, não estou “falando” de Neymar Júnior, que infelizmente também está fora da Copa, mas por contusão. Falo de James Rodrigues, craque colombiano, artilheiro da Copa com 6 gols e que foi apresentado ao mundo neste Mundial.

James já vinha despertando o interesse do mundo do futebol desde que jogou no Porto e principalmente por causa de sua última temporada pelo Mônaco – embora muitos digam que o campeonato francês é muito fraco e não pode ser usado como parâmetro.

Esta Copa revelou ao mundo um jogador diferenciado. Bom toque de bola, visão de jogo, goleador, aguerrido e um atleta que não se esconde em meio a marcação dura. Um dos grandes, para muitos o melhor da Copa.

James saiu de campo em lágrimas de tristeza, de frustração e de decepção por saber que poderia ter ido ainda mais longe.

É bem provável que o garoto termine o Mundial como artilheiro, pois tem 6 gols, e isto sirva a ele como um prêmio de consolação, mas o melhor de tudo foi o reconhecimento de seu talento por um outro gigante.

O abraço e as palmas de David Luiz para James revelam que naquele momento estávamos diante de dois gigantes do futebol. Um craque de bola (James) e um craque de bola e de caráter (David Luiz). Um esta fora desta Copa e o outro ainda tem dois jogos para entrar para história, mas isto é assunto para outra coluna.

Torço para que a Colômbia se classifique para o Mundial de 2018 na Rússia para apreciarmos ainda mais o talento de James Rodrigues.