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CR7: Ame ou Odeie

CR7: Ame ou Odeie

Não tem meio termo, ninguém consegue ser indiferente a este grande jogador do futebol mundial. Para o bem ou para o mal, Cristiano Ronaldo move multidões, seja para atacá-lo ou defendê-lo.

Cheio de carisma, com um currículo invejável e bastante marra, o jogador português parece chegar a esta copa do mundo no seu auge, gerando em todos a grande dúvida: ele vai conseguir carregar sua seleção sozinho?

Muitos vão argumentar que na conquista da Eurocopa o craque do Real Madri não fez falta quando se machucou na final, que o resto do time jogou mesmo assim, mas… sabemos que isso é coisa dos “haters”. Sem ele, dificilmente a seleção estaria na copa, e sem sombra de dúvidas não teria a menor chance de títulos não fosse a presença do atual melhor jogador do mundo.

Na estreia contra a Espanha, CR7 pegou pouco na bola, é verdade, mas quando pegou, sofreu um pênalti e fez 3 gols, sendo o último quase nos descontos, após sofrer uma falta na entrada da área. Se olharmos a carreira de Cristiano Ronaldo, poderemos ver que de uma maneira geral o seu desempenho é 8 ou 80: ou ele acaba com o jogo, ou ele simplesmente não aparece. Dificilmente vemos ele fazendo uma partida mediana, sem brilho e sem desaparecer.

O que acho mais curioso é ver o pessoal aqui no Brasil criticando o jogador por causa de suas características extra campo. Uns dizem que ele é marrento, e aí me perguntou: o que era o Romário. Outros dizem que ele é vaidoso, e aí pergunto: O que é Neymar? Ainda temos aqueles que dizem que o Gajo é pipoqueiro, que some em decisões. A estes, só consigo atribuir muita raiva ou frustração, além de uma inacabável fonte de desinformação.

O currículo de Cristiano Ronaldo fala por si só. São muitos títulos, individuais e coletivos, gols em decisões, gols históricos, atuações épicas. Não importa se você ama ou odeia o português, uma coisa é simplesmente inquestionável: ele é um dos melhores de todos os tempos.

Dossiê futebol/seleção nacional – ciclo 2014

Dossiê futebol/seleção nacional – ciclo 2014

Depois de tudo, parando e analisando friamente o que ocorreu, vemos que o auge do vexame do futebol nacional, não é assim tão obra do acaso ou de “6 minutos de apagão” como disseram de forma até certo ponto ridícula o Felipão e o Parreira(que aliás continua sendo arrogante quando fala, tem-se a impressão que ele acha ser o único que entende de futebol, coisa que para mim nunca passou de um técnico comum com muita fama). Para entender melhor tudo o que aconteceu, farei um pequeno dossiê, começando pelo que houve nessa copa(ou seja, pelo meio), depois indo para o como o futebol e a seleção chegaram na atual situação e o que pode ser feito para sairmos dela, que nos moldes que está, tende somente a piorar.

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A Copa de 2018 começa agora.

A Copa de 2018 começa agora.

A Seleção Brasileira encerrou sua participação na Copa do Mundo de maneira melancólica na derrota por 3 a 0 contra a Holanda. Este Mundial embora tenha mostrado uma melhor colocação em comparação em relação às duas últimas Copas, mostrou uma seleção sem nenhuma consistência tática vencendo somente adversários sem tradição nenhuma no futebol (Croácia, Camarões, Chile e Colômbia) e tendo muita dificuldade com adversários com um pouco mais de história (México, Alemanha e Holanda).

Muitos erros foram cometidos nesta campanha, porém é preciso assimilar estes erros, corrigi-los e iniciar o planejamento para Copa de 2018. A atual seleção tem média de quase 28 anos (27,78), o que inviabiliza a continuidade de vários jogadores desta seleção que teriam mais de 30 anos na próxima Copa.

Para se pensar em uma seleção em condições de disputar as próximas Copas, faz-se necessário uma análise dos jogadores da atual seleção e das últimas seleções de base (olímpica e sub 20) para mesclar experiência e juventude.

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A vergonha

A vergonha

brasil

Sim, eu me enganei. pra variar

Escrevi aqui neste texto, antes do jogo que a seleção brasileira não passaria mais vergonha na copa, que sem o Neymar o time ia melhorar, que íamos para a final e mais um monte de coisa que agora sabemos não fazer mais sentido algum.

Como explicar a derrota de hoje? A humilhação? Como explicar o inexplicável? (mais…)

Duelo de campeões agitam as semifinais da Copa das Copas

De um lado, Brasil e Alemanha. Do outro, Argentina e Holanda.
Se já não bastasse o peso e a tradição das camisas, os quatro times que entram em campo pela disputa de uma vaga na final contam com uma bagagem bem recheada de troféus: são 10 títulos mundiais e 11 vice-campeonatos em campo.
No primeiro duelo, logo mais às 17h, no Maracanã, Brasil e Alemanha são responsáveis por oito títulos e mais seis vices.
Já as seleções da Argentina e da Holanda somam dois títulos mundiais e cinco vice-campeonatos.
E não para por aí. Esta é a primeira vez na história que as semifinais reeditam duas finais de Copas passadas.
Brasil e Alemanha entram em campo hoje para reeditar a final da decisão de 2002, que foi disputada em 30 de junho no Internacional Stadium, na cidade de Yokohama no Japão. Naquela ocasião, o Brasil venceu a Alemanha por 2–0, com gols do Ronaldo.
Coincidentemente, o outro jogo da semifinal entre Argentina e Holanda reedita a final de uma outra Copa: a de 1978.
A 11ª Copa da história foi disputada no país dos hermanos que ficaram com o título após vencer a Holanda por 3×1 na prorrogação. Vale dizer que nesta copa, o Brasil ficou em terceiro lugar.
E para encerrar as coincidências, outra disputa chama a atenção. Nesta Copa 2014, os quatro times que estão nas semifinais disputam acirradamente a artilharia da competição. Müller (Alemanha), Messi (Argentina) e Neymar (Brasil) marcaram quatro vezes cada e tentam (excluindo Neymar que está fora da Copa) alcançar o colombiano – já eliminado – James Rodríguez. Robben e Van Persie da Holanda estão logo atrás, com três gols cada.
Um pouco mais atrás e ainda na disputa, o brasileiro David Luiz e Hummels (Alemanha) com dois gols cada.
Apenas por este histórico já dá para ver que serão disputas bem acirradas. E que vença o melhor futebol.