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Futebol nacional: a verdadeira Ferrari sem motorista

Futebol nacional: a verdadeira Ferrari sem motorista

“O lucas é como uma Ferrari sem motorista”, com esse comentário bastante infeliz, que vemos a atual situação das revelações do futebol nacional: mimados, mal acessorados e rodeados de aproveitadores.

A última semana no caso do Lucas, foi a clara prova disso. Ele após ser criticado, saiu reclamando no twitter(a nova moda entre os birrentos) dizendo que tudo que fazia estava errado e pra piorar no jogo seguinte, faz exatamente o contrário, justamente pra provocar o Leão, ficou tocando cada vez que pegava a bola e ainda diz na saída que “apenas fiz o que mandaram”. Não acredito de fato que ele seja tão burro a ponto de não saber distinguir o momento de passar e de avançar com a bola, porém quem está por trás dele(principalmente empresário, acessores, e essa corja que virou figura presente entre todas novas revelações) faz ele acreditar que é muito mais do que ele é no momento. Ele é um jogador com ótimo potencial, mas sendo tratado como aquele que não erra, nunca vai evoluir e corrigir os erros(e no momento ainda são muitos) que ele tem. Desnecessário de dizer que o empresário dele é o Wagner Ribeiro e o histórico dele diz tudo…

O pior de tudo é ver esse novo pessoal estragando a carreira de diversos jogadores. Outro bom exemplo é o Ganso, outro que entrou em rota de colisão com o Santos por conta da ex-parceira do time da vila, a DIS. Já criou intriga pra sair do time, já foi vendido pra meio mundo, já pressionou a direção por valorização e tudo que ele ganhou foi um abalo na carreira. Hoje em dia ele tá retomando a boa fase, mas tão real é o fato de que deu uma esfriada nesse suposto interesse de meio mundo, é que apenas o Porto recentemente manifestou algum interesse. Pouco para quem há menos de um ano, era cotado pra uma tranferência milionária para o Milan.

Tem o Oscar, que fez todo aquele escarcéu por conta do tal contrato irregular e quase que jogou no lixo sua carreira, também por ser mal acessorado no caso. Sua sorte é que ele se reencontrou no Internacional e atualmente é titular e destaque do time gaúcho(ironicamente o jogador que mais faz falta ao time do São Paulo).

Outros casos são aqueles de quando o jogador sai novo demais, casos do Philippe Coutinho, que antes de completar 18 anos já era atleta da Inter de Milão, tendo permanecido aqui até os 18 e depois com um empréstimo de seis meses até o fim da temporada européia. Chegou cedo demais, acabou não rendendo o que se esperava dele, se machucou, perdeu espaço e agora está esquecido no Espanyol. Caso parecido com o do Alexandre Pato, que para muitos era o novo “camisa 9” da seleção, chegou até a ter momentos bons no Milan, porém se machucou em excesso(possivelmente culpa da sua saída precoce daqui, pois lembremos que, o tratamento dado a base deles é diferente do daqui, o que explica que geralmente jogadores que vão pra Europa jovens e ganham massa muito rápido sofrem com problemas físicos, como Kaká e Ronaldo por exemplo) e agora o time italiano quer ver-se livre o quanto antes dele.

Para finalizar aqueles jogadores que saem pra qualquer lugar, apenas pela boa proposta e chance de ganhar dinheiro e somem para o futebol, casos por exemplo de Taíson e Giuliano, que apareceram muito bem no Inter, foram rápido embora e agora estão esquecidos no futebol ucraniano.

Eu poderia ficar citando casos sem parar aqui, porém acho que esses, até por serem exemplos claros do que eu digo, mostram bem uma coisa: que estamos pagando por toda bagunça que virou a administração de futebol aqui. Essa já é a segunda geração que pode ir para o ralo, por conta desse amadorismo, é só ver no que deu a seleção promissora da época das olímpiadas de 2004, com Diego, Robinho, Daniel Carvalho, Wagner Love, entre tantos outros, onde só uns poucos se salvaram(caso do Daniel Alves por exemplo) e até incluir o Adriano, ex-imperador nessa conta, que na copa passada era para ser o destaque e veja aí  o que se deu dele…

Os jogadores daqui não tem nenhum preparo psicológico para lidar com a fama, muitos largam os estudos e quando um empresário não “compra” o jovem da sua família, ele é entregue de bandeja pelo clube, em troca de algum favor, ou algum jogador mais ou menos que esse empresário tenha. Ele chega ao profissional sem preparo, sem estrutura, acaba sendo vendido para qualquer lugar(já que seu empresário o vê como mercadoria e não como gente) e vemos diversos jogadores que poderiam ser a nova geração da seleção, parando pelo caminho, porque simplesmente não tem a menor estrutura emocional para suportar essa mudança na vida. Só ver o caso do Breno, que ateou fogo a própria casa, sabe-se lá porque e agora pode até acabar preso, acusado de fraude no seguro.

O caso do Neymar é a prova de que existe outra alternativa: ele vem sendo bem orientado, está mostrando muita tranquilidade em relação ao seu futuro, não tem pressa em sair do Brasil(fruto com certeza de um trabalho psicológico visando prepará-lo), aprendeu a lidar com o fato de ser uma estrela e a prova disso é o seu desempenho excepcional em campo. Parabéns a que cuida da carreira dele, pois o está fazendo bem feito.

A copa será daqui a apenas 2 anos e será que apenas com o Neymar teremos chance? Porque ele é o único que seguindo o caminho atual estará preparado para suportar a pressão, pois todos outros que eu citei(inclusive o Ganso, já que ele não se acerta no extra-campo) são meras incógnitas e mais do que isso, será que continuaremos a ver valores do nosso futebol sendo desperdiçados porque simplesmente eles esquecem que além da parte técnica, tem de preparar o cidadão jogador?

Pelo caminhar atual da coisa acho muito difícil que esse cenário mude, tanto a curto como a médio prazo.

 

Os lugares comuns(cornetagens) pós-convocação

Os lugares comuns(cornetagens) pós-convocação

As convocações vem tornando-se uma rotina de reclamações iguais e de uma supervalorização da seleção. Em tempo: não acho o Mano o técnico ideal, acho que ele simplesmente convoca por conveniência, fora as questões de critério(tipo chamar o Jadson e quando ele joga melhor, exclui-lo), mas a parte que quero comentar é justamente em relação a quem ainda acredita que temos um supertime.

Atualmente pagamos o preço de viver em um tempo onde a retranca e defensivismo vem sendo defendido desde a categoria de base e a prova disso é olharmos a disparidade do nível entre defesa e ataque da seleção… Os poucos jogadores brasileiros que temos como destaque em clubes europeus, são de defesa: Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luis, Marcelo, Luisão, Ramires(pode ser mais ofensivo, mas é volante), Lucas Leiva, Alex(não vive uma fase tão boa, mas foi a peso de ouro para o PSG), Adriano(que sempre joga no Barça), Diego Alves, Rafael e Miranda e Filipe Luis(que apesar de aparecerem menos na mídia, são titulares absolutos do Atlético de Madrid)

E no setor ofensivo o que temos? Um robinho que alterna bons e maus momentos e vive sendo reserva do Milan, Hulk(esse sim com muita moral lá fora), Nilmar(que vem afundando junto com o seu time e quase voltou ao Brasil), Willian(que vem sendo destaque no Shaktar), Jonas(que vem marcando uns gols no Valência), Hernanes(que é titular absoluto e destaque da Lazio, um dos poucos com grande relevência), Kaká(que é só um reserva no Real), Diego(que apesar de titular, nem de longe correponde ao que se esperava dele), fora outros de muito menos destaque que esses citados.

Some isso e vocês tem mais ou menos isso aí que foi chamado: uma seleção forte na defesa e com um ataque capenga. É de se discutir coisas como a convocação do Gaúcho, que vem praticando um psedudo-futebol(quando eu achava que ele de fato dava a entender que queria jogar de novo, quebrei a cara, ele continua o mesmo preguiçoso e sem vontade dos últimos 4 anos).

Some isso também ao fato do torcedor brasileiro ser de longe o mais chato e impaciente que existe. Pra pegar um exemplo, vamos ao São Paulo, que tem 2 jogadores acima da média chamados Casemiro e Lucas, ambos são dois “velhos” de 19 anos… Tem pouco mais de um ano como profissionais e já são cobrados como se fossem astros que tivessem obrigação de decidir todas as partidas. Apenas como base de comparação: o Messi(leram bem? MESSI), estreou no Barcelona na temporada 2003-04 em um jogo em 2003(16/11) no caso um amistoso. Primeiro jogo oficial, quase um anos depois em 2004(16/10), foi ser titular do time apenas em 2005-06, isso ainda sendo mero coadjuvante e foi de fato tornar-se a estrela principal do time em 2008-09. Olhando o tempo todo que ele levou para tornar-se o principal jogador do time, será que preciso dizer mais sobre o quanto o brasileiro é chato e cri cri?

Muitos vão dizer: ahh, mas o Neymar… O Neymar é dos casos extremos, não é sempre que surgem jogadores que evoluem em nível tão rápido como ele, então se a cada jogador de bom nível que desponta, usarmos ele como referência, vamos queimar um após outro, pois nem todos estouram rápido dessa forma.

Some isso ainda aos jogadores absurdamente mal-acessorados, tipo o Ganso, que era pra ter um destaque equivalente ou próximo ao Neymar, mas que por contusões e polêmicas com transferências, nem de longe consegue mostrar tudo o que pode.

Nossa última geração até foi boa, mas os jogadores administraram muito mal suas carreiras e prova disso é que o grupo que deveria estar à frente e conduzindo essa seleção(Ronaldinho Gaúcho, Adriano, Kaká, Diego e Robinho), são meras caricaturas do que se esperava deles neste momento.

Pra finalizar a lista propriamente dita:

GOLEIROS Diego Alves (Valencia) Julio Cesar (Inter de Milão) Rafael (Santos)

ZAGUEIROS David Luiz (Chelsea) Luisão (Benfica) Dedé (Vasco) Thiago Silva (Milan)

LATERAIS Adriano (Barcelona) Alex Sandro (Porto) Daniel Alves (Barcelona) Danilo (Porto) Marcelo (Real Madrid)

VOLANTES Elias (Sporting) Fernandinho (Shakhtar Donetsk) Sandro (Tottenham Hotspur) Hernanes (Lazio)

MEIAS Ganso (Santos) Lucas (São Paulo) Ronaldinho Gaúcho (Flamengo)

ATACANTES Jonas (Valencia) Neymar (Santos) Leandro Damião (Internacional) Hulk (Porto)

Vale apenas considerações finais sobre a lista: tirava o Gaúcho e colocava o Kaká e chamava o Ralf(aliás porque agora que o Andrés virou diretor de seleções, o Ralf que era chamado sempre não foi? justamente em época que o Corinthians joga? No mínimo estranho…)

O jogo será contra a Bósnia, time de nível médio, nada espetacular, porém tem melhor time que algumas seleções outrora tradicionais como: Bulgária, Polônia, Bélgica, Noruega, Dinamarca(pra citar algumas). Deu azar de depois de fazer boas campanhas nas eliminatórias para copa e para euro, pegar Portugal na repescagem. Acabou eliminado em ambas, mas é uma seleção ascendente, acredito que dentro em breve deve disputar uma copa, euro. Para primeiro jogo do ano é uma escolha interessante.

A nostalgia e a supervalorização do “craque”

 

Todo começo de temporada é a mesma história, os clubes contratam vários jogadores, que causa o crescimento da esperança do torcedor na transformação do time em um esquadrão imbatível. Poucas vezes tal esperança é concretizada e o que normalmente vemos é um time formado por pseudo craques, o primeiro assunto desse post, a supervalorização do jogador.
Tenho notado há alguns anos que tem ocorrido uma transformação forçada de jogadores medianos em craques, atletas que antes passariam desapercebido hoje são tratados como gênios e grandes ídolos de seus clubes. Acredito que muito dessa valorização passa pelo nosso orgulho de considerarmos os melhores no futebol e por isso não podemos aceitar que na atual geração existe apenas um único grande jogador de ataque atuando em alto nível. Graças a esse orgulho, a parte da imprensa e empresários, hoje vemos jogadores que tem como praticamente a única qualidade a raça ou aquele que tem lampejos de genialidades, serem colocados como os grandes destaques e ídolos do futebol Brasileiro.
E é aí que vem o outro assunto que gostaria de comentar nesse post, a nostalgia. Muitas vezes quando comentamos destes jogadores supervalorizados ou quando reclamos da postura de algum outro buscamos o exemplo de atitude em jogadores do passado. É muito comum ouvir comentários do tipo “Bom era quando havia jogadores polêmicos como Vampeta, Viola e Paulo Nunes” ou “Não temos mais atacantes como Romário, Ronaldo e Luizão”. Será que era tudo isso mesmo? Claro que alguns jogadores, como Ronaldo e Romário, são de qualidade praticamente indiscutível, mas as vezes acho que por ter sido uma criança na década de 90, tudo pra mim daquela época será melhor, o que me faz, num exemplo exagerado, achar que o Denílson foi uma jovem revelação mais importante ao São Paulo do que o Lucas está sendo agora. Muito dessa opinião vem por ter visto o Denílson no São Paulo com meus 10, 12 anos( e graças ao meu menor conhecimento, os 14 anos que fazem eu esquecer as partidas ruins e por ser menos crítico) me fazem supervalorizar um atleta que teve boa passagem, mas que não foi genial como diziam.
A supervalorização e a nostalgia são 2 sentimentos que sempre nos acompanharão em relação a jogadores e times, todos nós temos uns jogador ruim que era (ou é) admirado ou um craque do passado que achamos melhor que todos (vide a eterna briga entre Maradona e Pelé, que pode ganhar a opção Messi nos próximos anos), apenas o que não é legal e nós cegarmos e tornarmos inflexíveis, não aceitando críticas ou vendo qualidades, como muitos fazem.

Contratar ou Revelar? Eis a questão!

Contratar ou Revelar? Eis a questão!

Com a Final da Copa São Paulo, vendo a festa de meus amigos corintianos pelo merecido título, fui questionado por alguns destes amigos se o mais importante seria revelar jogadores ou vencer o torneio.

Tenho pensado sobre este questionamento e continuo em dúvida, pois quando um time vence a Copinha é mais fácil validar as revelações e muitas vezes quando o clube não vence o torneio são colocados em descrédito tanto os atletas quanto a estrutura (física e recursos humanos).

Olhando para os clubes brasileiros não consigo enxergar a prioridade das categorias de base, tão presente nos discursos dos diretores. O campeão da Copinha deste ano, por exemplo, tem somente um atleta das categorias de base em seu time titular (o goleiro Julio César – que é muitas vezes contestado), e perdeu vários atletas para mercados secundários ou times de menor expressão (Dentinho e William estão na Ucrânia, Lulinha é um nômade, sendo emprestado para clubes pequenos a cada inicio de temporada, Boquita não vingou nem na Portuguesa).

Outros clubes também passam pela mesma situação, mesmo aqueles que alegam ter as melhores estruturas, como é o caso do SPFC, que no time titular tem somente 4 jogadores revelados na base (Rogério, Denilson, Wellington e Lucas) e também “dispensou” muitas jogadores revelados recentemente (Jean, Aislan, Mazola, Sérgio Motta, Alex Cazumba, Juninho, Richard, Denner, Ronielli, Bruno César, entre outros).

Imagine se os clubes nacionais priorizassem de verdade as categorias da base, assim como o Barcelona faz na Espanha – são 8 revelações do clube entre os titulares (Valdes, Puyol, Piqué, Busquets, Xavi, iniesta, Fábregas e Messi), o tricolor do Morumbi poderia ser escalado com: Rogério, Jean, Luiz Eduardo, Rodolpho, Cortes; Wellington, Casemiro, , Hernanes, e Kaká; Lucas e Luis Fabiano, assim como o Barcelona com 8 jogadores da base (em negrito).

Para que isto aconteça, os clubes precisam entender que entre um jogador mediano contratado e manter uma promessa da base, a revelação é que deve ser utilizada, ou você acha que o Luiz Eduardo é pior que o João Filipe (SPFC), ou o Moraes era melhor que o Lulinha (SCCP), ou Wellington Nem joga muito menos que o Souza (FFC).

Enquanto não tivermos jogadores da base nos elencos dos grandes clubes brasileiros, jogando, ganhando experiência, errando e acertando, não teremos categorias e base com qualidade no Brasil.

Alguns dizem, assim como o Paulo André em seu blog, que os garotos chegam verdes para treinar com os profissionais, mas como serão preparados se não são testados – pouco a pouco – em seus clubes. Jogadores consagrados, ídolos em seus clubes não forma lá muito em seu primeiro ano em um grande clube – o Raí, por exemplo, não jogou nada em seu primeiro ano no tricolor, o Hernanes só vingou depois de muitas idas e vindas.

É preciso colocar a garotada para jogar. O que você acha? Como ficaria seu time se escalado com pelo menos 8 jogadores da base? Comente, critique! Este assunto precisa e deve ser muito discutido.

 

 

Paulistinha 2012 – Estréia Tricolor

Paulistinha 2012 – Estréia Tricolor

Ontem foi a estréia tricolor no Campeonato Paulista (Paulistinha 2012), confesso que não sou um dos maiores admiradores deste torneio – que em minha opinião não deveria existir (sobre isto escreverei outra coluna), mas em função da coluna assisti ao jogo e tirando todas aquelas considerações de início de temporada (falta de pré-temporada, equipe ainda em formação, reforços que ainda não puderam estrear, contusões entre outras) o jogo até que foi agradável.

O técnico Leão escalou o tricolor no sistema 4-2-3-1, com dois volantes com razoável saída de bola (Wellington e Denilson), mais a frente Lucas aberto na direita, Fernandinho na esquerda e Cícero cuidando da armação pelo meio, e somente o Luís Fabiano na frente. Nas laterais,  Piris ficou um pouco mais preso na defesa, com Cortês avançando mais e no miolo da zaga, Rodolfo pela direita (é onde ele rende mais) e o limitado Edson Silva pela esquerda.

Uma montagem simples e óbvia em que o time se portou bem diante de um adversário que provavelmente vai brigar contra o rebaixamento, fazendo a obrigação e vencendo de forma fácil no Morumbi.

Alguns ajustes precisam ser feitos, Cícero não tem condições de ser o “cérebro” desta equipe, os avanços do Cortês precisam ser mais bem aproveitados e precisa haver uma cobertura eficiente por parte dos volantes nestes avanços. Situações que podem ser amenizadas com as estréias de Fabrício e Jadson (que acredito não ser também o meia clássico que o tricolor buscava).

Individualmente, gostei das atuações do Cortês (sabe marcar e tem muito vigor para o apoio), Lucas (apesar de prender a bola em excesso, mostrou que está afim de algo mais), e do Casemiro (entrou bem jogando com simplicidade e dando mais qualidade ao meio).

E você, o que achou da estréia tricolor?