Arquivo da tag: júlio césar

Contra Chile e “copa comprada”, Hulk e Júlio salvam Brasil

Termina o sofrimento brasileiro, finaliza-se a maldição de Mick Jagger(sim, para a tristeza de todos ele havia apostado no Brasil, talvez isso também explique o jogo sofrido) e a partidaça de dois dos jogadores mais cornetados do Brasil: Julio César(esse por mim inclusive) e o Hulk(jogador que considero injustiçado). Encerra também aquela babaquice de que “a copa tá comprada” com essa atuação no mínimo deplorável desse que é tratado como um dos melhores juízes do mundo, Howard Webb.

O Brasil que já havia feito partidas ruins nessa copa, hoje definitivamente se superou. Como esperado, o técnico sampaoli procurou anular o único jogador que realmente vinha fazendo algo no ataque do Brasil, o Neymar e mesmo sabendo que isso seria a coisa mais óbvia a se fazer, parece que o Felipão e o Parreira não pensaram em alternativas para isso, tanto que o setor criativo do Brasil era algo inexistente.

hulk

O único desafogo do ataque brasileiro vinha pelos pés do Hulk, que foi quem mais organizou as jogadas do Brasil(isso durante o jogo todo). O time achou praticamente um gol, pois já não vinha fazendo grande partida e depois disso praticamente deixou-se dominar pelo time chileno, que marcando pressão, exatamente como o Brasil fazia com essa mesma equipe, acabou por tomar um gol em um lance de total desatenção da defesa, onde alguém deixa o Alexis Sanchez livre para aparecer e chutar para empatar.

Após isso, o time brasileiro se desesperou e o que se viu foi o Chile muito mais perto da vitória, só não chegou graças a atuações defensivas excelentes(depois do gol claro) de Thiago Silva, David Luiz, Luiz Gustavo(que lamentavelmente está suspenso para o próximo jogo, grande preocupação para o time) e claro do Hulk que aparecia cobrindo os lados do Marcelo e Daniel Alves(que só para variar não jogaram bem na defesa, mas vale ressaltar que ao menos se esforçaram).

O setor ofensivo do time era algo inexistente, pois o Neymar bem marcado quase não aparecia, Oscar estava apático, Fernandinho sequer aparecia e o Fred… bom o Fred continua fazendo aquela copa de Fred: um cone inútil na frente, que não puxa marcação, não faz pivô, não chuta, não aparece de cabeça… afinal o que ele faz no time? Só quem criava algo e conseguia boas chances era… o Hulk!!! Além de aparecer bem na defesa, ele ainda chegava bem no ataque, tabelou, chutou de longe com perigo, cruzou, foi o faz tudo do time, inclusive participou de 2 lances que valem citação especial ao árbitro.

Sim a copa estava comprada, porém então alguém devia ter avisado esse juiz não acham? Howard Webb hoje teve uma atuação digna de se suspender ele pelo resto da copa… Apitou faltas no grito, deixou a porrada comer solta(só passou a marcar no fim do jogo, mas por conveniência, para truncar a partida) e ainda não deu um pênalti no Hulk e anulou um gol legal do mesmo(mais dois lances de destaque dele), que ele dominou com o ombro, porém para não se comprometer, ele disse que foi com o braço, além claro de aceitar cera sem compensar o tempo no final. Atuação absolutamente ridícula.

O fim do tempo normal e a prorrogação foram uma verdadeira tortura para os brasileiros, que viam o Chile muito mais perigoso, enquanto no time do Brasil as entradas de Jô(deus do céu…), Ramires e no início da prorrogação do Willian, serem totalmente improdutivas, pois os três em nada acrescentaram ao setor ofensivo insosso do time, que ainda contou com a sorte de a bola do atacante Pinilla bater na trave.

Chegaram então os pênaltis e a hora da consagração de outro jogador: Júlio César, que pegou dois pênaltis, sendo um deles do craque chileno Alexis Sanches. Quis o destino que o Hulk logo nesse momento errasse o pênalti, mas uma bola na trave garantiu a passagem do time para as quartas.

Analisando o futebol(ou a falta dele) que o Brasil apresentou nesse jogo e o grande futebol que a Colômbia apresentou contra a seleção uruguaia, é bom os jogadores e a comissão técnica repensarem o que tem feito, pois não vai ser todo dia que se vai ganhar jogando tão mal como foi hoje.

Os lugares comuns(cornetagens) pós-convocação

As convocações vem tornando-se uma rotina de reclamações iguais e de uma supervalorização da seleção. Em tempo: não acho o Mano o técnico ideal, acho que ele simplesmente convoca por conveniência, fora as questões de critério(tipo chamar o Jadson e quando ele joga melhor, exclui-lo), mas a parte que quero comentar é justamente em relação a quem ainda acredita que temos um supertime.

Atualmente pagamos o preço de viver em um tempo onde a retranca e defensivismo vem sendo defendido desde a categoria de base e a prova disso é olharmos a disparidade do nível entre defesa e ataque da seleção… Os poucos jogadores brasileiros que temos como destaque em clubes europeus, são de defesa: Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luis, Marcelo, Luisão, Ramires(pode ser mais ofensivo, mas é volante), Lucas Leiva, Alex(não vive uma fase tão boa, mas foi a peso de ouro para o PSG), Adriano(que sempre joga no Barça), Diego Alves, Rafael e Miranda e Filipe Luis(que apesar de aparecerem menos na mídia, são titulares absolutos do Atlético de Madrid)

E no setor ofensivo o que temos? Um robinho que alterna bons e maus momentos e vive sendo reserva do Milan, Hulk(esse sim com muita moral lá fora), Nilmar(que vem afundando junto com o seu time e quase voltou ao Brasil), Willian(que vem sendo destaque no Shaktar), Jonas(que vem marcando uns gols no Valência), Hernanes(que é titular absoluto e destaque da Lazio, um dos poucos com grande relevência), Kaká(que é só um reserva no Real), Diego(que apesar de titular, nem de longe correponde ao que se esperava dele), fora outros de muito menos destaque que esses citados.

Some isso e vocês tem mais ou menos isso aí que foi chamado: uma seleção forte na defesa e com um ataque capenga. É de se discutir coisas como a convocação do Gaúcho, que vem praticando um psedudo-futebol(quando eu achava que ele de fato dava a entender que queria jogar de novo, quebrei a cara, ele continua o mesmo preguiçoso e sem vontade dos últimos 4 anos).

Some isso também ao fato do torcedor brasileiro ser de longe o mais chato e impaciente que existe. Pra pegar um exemplo, vamos ao São Paulo, que tem 2 jogadores acima da média chamados Casemiro e Lucas, ambos são dois “velhos” de 19 anos… Tem pouco mais de um ano como profissionais e já são cobrados como se fossem astros que tivessem obrigação de decidir todas as partidas. Apenas como base de comparação: o Messi(leram bem? MESSI), estreou no Barcelona na temporada 2003-04 em um jogo em 2003(16/11) no caso um amistoso. Primeiro jogo oficial, quase um anos depois em 2004(16/10), foi ser titular do time apenas em 2005-06, isso ainda sendo mero coadjuvante e foi de fato tornar-se a estrela principal do time em 2008-09. Olhando o tempo todo que ele levou para tornar-se o principal jogador do time, será que preciso dizer mais sobre o quanto o brasileiro é chato e cri cri?

Muitos vão dizer: ahh, mas o Neymar… O Neymar é dos casos extremos, não é sempre que surgem jogadores que evoluem em nível tão rápido como ele, então se a cada jogador de bom nível que desponta, usarmos ele como referência, vamos queimar um após outro, pois nem todos estouram rápido dessa forma.

Some isso ainda aos jogadores absurdamente mal-acessorados, tipo o Ganso, que era pra ter um destaque equivalente ou próximo ao Neymar, mas que por contusões e polêmicas com transferências, nem de longe consegue mostrar tudo o que pode.

Nossa última geração até foi boa, mas os jogadores administraram muito mal suas carreiras e prova disso é que o grupo que deveria estar à frente e conduzindo essa seleção(Ronaldinho Gaúcho, Adriano, Kaká, Diego e Robinho), são meras caricaturas do que se esperava deles neste momento.

Pra finalizar a lista propriamente dita:

GOLEIROS Diego Alves (Valencia) Julio Cesar (Inter de Milão) Rafael (Santos)

ZAGUEIROS David Luiz (Chelsea) Luisão (Benfica) Dedé (Vasco) Thiago Silva (Milan)

LATERAIS Adriano (Barcelona) Alex Sandro (Porto) Daniel Alves (Barcelona) Danilo (Porto) Marcelo (Real Madrid)

VOLANTES Elias (Sporting) Fernandinho (Shakhtar Donetsk) Sandro (Tottenham Hotspur) Hernanes (Lazio)

MEIAS Ganso (Santos) Lucas (São Paulo) Ronaldinho Gaúcho (Flamengo)

ATACANTES Jonas (Valencia) Neymar (Santos) Leandro Damião (Internacional) Hulk (Porto)

Vale apenas considerações finais sobre a lista: tirava o Gaúcho e colocava o Kaká e chamava o Ralf(aliás porque agora que o Andrés virou diretor de seleções, o Ralf que era chamado sempre não foi? justamente em época que o Corinthians joga? No mínimo estranho…)

O jogo será contra a Bósnia, time de nível médio, nada espetacular, porém tem melhor time que algumas seleções outrora tradicionais como: Bulgária, Polônia, Bélgica, Noruega, Dinamarca(pra citar algumas). Deu azar de depois de fazer boas campanhas nas eliminatórias para copa e para euro, pegar Portugal na repescagem. Acabou eliminado em ambas, mas é uma seleção ascendente, acredito que dentro em breve deve disputar uma copa, euro. Para primeiro jogo do ano é uma escolha interessante.

Ganhou mais um clássico, mas… e daí?

Mais uma vez Danilo marcou em um clássico.

Ontem, em um jogo até que emocionante e brigado, o Corinthians ganhou o clássico contra o São Paulo por 1 a 0, gol de Danilo, no Pacaembu.

Fora a alegria de vencer mais uma vez o rival, o que esta vitória acrescenta ao Corinthians?

Pode dar um pouco de moral para o jogo de quarta-feira, contra o Deportivo Táchira, é verdade, e se tivesse perdido talvez houvesse um pequeno borburinho em torno do resultado.

Mas taticamente, não foi possível analisar nada, pois o ataque era o reserva.

Tecnicamente, é muito mais fácil perceber a péssima fase de Julio Cesar e Alessandro do que qualquer outra coisa.

Fisicamente, é impossível analisar um time que faz a pré-temporada com o campeonato já em andamento (no que o Corinthians não tem culpa, diga-se de passagem, é a zona que nosso futebol brasileiro proporciona mesmo).

Nessa época do ano é muito importante relativizar os resultados, e muito difícil analisar as atuações. Poderia aqui elogiar Danilo, Jorge Henrique e Fabio Santos, que jogaram bem ontem, assim como o Cortez e o Denis pela equipe São Paulina. Acho que seria muito mais produtivo que as equipes estivessem se preparando fisicamente, disputando torneios amistosos, sem compromisso com resultados.

Vejo grande parte da mídia massacrando o técnico Leão e o João Filipe, que jogou improvisado na lateral direita. Mas será que tinha outra opção também? Não corria o risco de estourar outro jogador, pior preparado fisicamente?

E vocês, o que acham, essa vitória acrescenta alguma coisa à equipe do Corinthians ou foi apenas mais um jogo em que não perder era mais importante do que ganhar?

Contratar ou Revelar? Eis a questão!

Com a Final da Copa São Paulo, vendo a festa de meus amigos corintianos pelo merecido título, fui questionado por alguns destes amigos se o mais importante seria revelar jogadores ou vencer o torneio.

Tenho pensado sobre este questionamento e continuo em dúvida, pois quando um time vence a Copinha é mais fácil validar as revelações e muitas vezes quando o clube não vence o torneio são colocados em descrédito tanto os atletas quanto a estrutura (física e recursos humanos).

Olhando para os clubes brasileiros não consigo enxergar a prioridade das categorias de base, tão presente nos discursos dos diretores. O campeão da Copinha deste ano, por exemplo, tem somente um atleta das categorias de base em seu time titular (o goleiro Julio César – que é muitas vezes contestado), e perdeu vários atletas para mercados secundários ou times de menor expressão (Dentinho e William estão na Ucrânia, Lulinha é um nômade, sendo emprestado para clubes pequenos a cada inicio de temporada, Boquita não vingou nem na Portuguesa).

Outros clubes também passam pela mesma situação, mesmo aqueles que alegam ter as melhores estruturas, como é o caso do SPFC, que no time titular tem somente 4 jogadores revelados na base (Rogério, Denilson, Wellington e Lucas) e também “dispensou” muitas jogadores revelados recentemente (Jean, Aislan, Mazola, Sérgio Motta, Alex Cazumba, Juninho, Richard, Denner, Ronielli, Bruno César, entre outros).

Imagine se os clubes nacionais priorizassem de verdade as categorias da base, assim como o Barcelona faz na Espanha – são 8 revelações do clube entre os titulares (Valdes, Puyol, Piqué, Busquets, Xavi, iniesta, Fábregas e Messi), o tricolor do Morumbi poderia ser escalado com: Rogério, Jean, Luiz Eduardo, Rodolpho, Cortes; Wellington, Casemiro, , Hernanes, e Kaká; Lucas e Luis Fabiano, assim como o Barcelona com 8 jogadores da base (em negrito).

Para que isto aconteça, os clubes precisam entender que entre um jogador mediano contratado e manter uma promessa da base, a revelação é que deve ser utilizada, ou você acha que o Luiz Eduardo é pior que o João Filipe (SPFC), ou o Moraes era melhor que o Lulinha (SCCP), ou Wellington Nem joga muito menos que o Souza (FFC).

Enquanto não tivermos jogadores da base nos elencos dos grandes clubes brasileiros, jogando, ganhando experiência, errando e acertando, não teremos categorias e base com qualidade no Brasil.

Alguns dizem, assim como o Paulo André em seu blog, que os garotos chegam verdes para treinar com os profissionais, mas como serão preparados se não são testados – pouco a pouco – em seus clubes. Jogadores consagrados, ídolos em seus clubes não forma lá muito em seu primeiro ano em um grande clube – o Raí, por exemplo, não jogou nada em seu primeiro ano no tricolor, o Hernanes só vingou depois de muitas idas e vindas.

É preciso colocar a garotada para jogar. O que você acha? Como ficaria seu time se escalado com pelo menos 8 jogadores da base? Comente, critique! Este assunto precisa e deve ser muito discutido.

 

 

Derrota Doída

Seria o Corinthians um cavalo paraguaio?

Não tenho muito o que dizer sobre a derrota de ontem do Corinthians, perante o Avaí, na Ressacada.

Era um jogo fácil, o Corinthians dominou todo o primeiro tempo, poderia ter matado o jogo. Caiu um pouco após a contusão do Danilo, mas mesmo quando levou a virada perdeu diversas oportunidades de marcar o gol.

Me surpreenderam no Corinthians a facilidade em criar oportunidades de gol e uma facilidade maior ainda para perdê-los. De qualquer maneira, a Fiel torcida não deve se desesperar, achei que foi uma das melhores partidas da equipe no campeonato, e as falhas defensivas, totalmente aceitáveis considerando que apenas o Leandro Castán e o Fábio Santos compõem a zaga titulas, devem diminuir conforme o entrosamento aumentar. O goleiro Renan também precisa começar a demonstrar para que veio, se quiser ter alguma chance de ficar com a vaga de titular.

Está chegando o momento em que o Corinthians precisa decidir o que quer da vida no campeonato. Se for o título, não pode nem pensar em perder pontos contra equipes que estão abaixo na tabela. Os próximos 5 jogos são contra equipes fracas, e conquistar 15 pontos seria fundamental para uma caminhada tranquila rumo à taça, sem depender de outros resultados. É normal que a equipe tenha uma queda, pois todos terão, o que não pode é haver acomodação com a vantagem adquirida no início do campeonato (e que ainda é considerável, principalmente pelo fato da equipe estar com um jogo a menos).

Em outras palavras, é hora de reagir.

Isso é Corinthians

Desculpem, mas não consigo falar do jogo em si.

Os cinco minutos finais resgataram algo que talvez estivesse meio perdido na história do Corinthians: A raça.

Com o dedo lesionado (a sensação na hora é que estava quebrado), chorando de dor, desesperado, o goleiro viu que o time já havia feito as três substituições e continuou em campo, arriscando aumentar a gravidade de sua lesão.

Quando tanto se fala em 40 milhões de euros pro Tevez, 400 milhões de reais pro Itaquerão (que absurdo, hein Kassab. Toma vergonha na cara.), um menino saído do terrão do Parque São Jorge, goleiro fraco, diga-se de passagem, mostrou que a honra de vestir o uniforme corinthiano está acima de qualquer coisa.

Sem sombra de dúvidas foi o grande personagem da rodada, ofuscando todas as coisas detestáveis da semana, como as polêmicas do Kleber e do Martinuccio, e até mesmo o bom jogo entre Botafogo e Corinthians, no qual a equipe paulista venceu com propriedade por 2 a 0.

Ao ser entrevistado, quando poderia fazer pose de herói, se vangloriar de ter ficado em campo, Julio Cesar resumiu sua atitude em 3 palavras: “Isso é Corinthians”.

Decepção: Brasil começa mal

Assim como a Argentina, o Brasil começou a Copa América frustando sua torcida. O empate em 0 a 0 contra a fraca Venezuela fez a seleção brasileira sair de campo vaiada pela torcida presente em La Plata.
Mesmo escalado para atacar – o time entrou em campo com Ganso, Robinho, Neymar e Pato -, o sistema ofensivo do Brasil simplesmente não funcionou. A equipe chegava ao ataque, mas faltava precisão nas definições. Já a Venezuela ficava recuada e quase não chegou ao gol de Julio Cesar.

O primeiro tempo ainda foi marcado por três lances curiosos:

1 – Após uma bela jogada do Brasil, que culminou com uma bola de Pato no travessão, um cachorro entrou no gramado e forçou a paralisação do jogo por alguns momentos.

2 – Robinho recebeu de Neymar e tocou na saída do goleiro, mas, antes que a bola entrasse, o zagueiro Vizcarrondo se jogou no chão e cortou com o ombro esquerdo. A equipe brasileira reclamou com o árbitro querendo penalidade máxima, mas o arbitro não marcou nada.

3 – Na saída do campo para o vestiário, o técnico da Venezuela, César Farias, tentou intimidar Neymar. Os jogadores e comissão técnica do Brasil, entre eles, o treinador Mano Menezes, foram defender o atacante e criou-se uma grande confusão.

Segundo tempo

Na segunda etapa, a seleção canarinho apresentou péssimo futebol e quase não conseguiu levar perigo ao gol venezuelano.
Para tentar resolver o problema das péssimas jogadas no ataque, o técnico brasileiro ainda fez modificações para tentar acertar o time. Colocou Fred, um atacante mais fixo na frente, e tirou Robinho, que deixou o campo sob vaias. Já Pato e Ramires foram substituídos por Lucas, do São Paulo e Elano.
Mas as substituições não surtiram efeito. O Brasil foi perdendo cada vez mais espaço e a Venezuela aproveitou para chegar à defesa brasileira com mais frequência. Entretanto, nenhuma das equipes conseguiu abrir o marcador. Resultado: 0 a 0.
Com o placar final, ambas as equipes somam apenas um ponto no Grupo B, que ainda tem Paraguai e Equador. No próximo sábado, às 16h (de Brasília), em Córdoba, a Seleção Brasileira enfrenta o Paraguai na segunda rodada da fase de grupos.

Confira a galeria de fotos do jogo: aqui