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O Futebol e a televisão

Antes de mais nada, alguns avisos:

– Este texto irá desagradar a um grande número de pessoas.

– Estou escrevendo como PUBLICITÁRIO  e profissional de MARKETING, e não como torcedor do Corinthians.

– O fato de eu entender um fenômeno de comunicação não significa que eu concorde com ele ou que agiria igual se no comando estivesse.

Posto isso, vamos lá. Em várias conversas com os demais integrantes do Em Cima da Linha, muitos (em especial o Luiz) contestam o número de jogos do Corinthians que são transmitidos pela Rede Globo, além do baixo número de jogos comparados a outros esportes e outras mídias. Vamos entender o que significam Corinthians e Flamengo para a Rede Globo? Continue lendo O Futebol e a televisão

Copa do Brasil – oitavas de final

Depois das zebras da semana passada, onde Inter, Fluminense e São Paulo saíram de forma patética da Copa do Brasil(difícil dizer qual delas foi mais ridícula, apesar de eu achar que foram os 5 a 2 do Flu em casa), foi feito o sorteio com os 10 times classificados, mais os 6 oriundos da libertadores.

Agora analisaremos os confrontos e ver quais as maiores chances de classificação de cada um deles:

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Dossiê futebol/seleção nacional – dívidas dos clubes

Seguindo a série do dossiê, hoje vamos analisar a questão das dívidas dos clubes.

Em tempo: não vou aqui colocar números sobre dívidas totais de clubes, primeiro porque eles não divulgar, segundo porque muitas vezes vazam valores divergentes, que deixam muitas dúvidas sobre a real saúde financeira de cada um, então vou me basear na questão mais evidente: investimentos, sejam eles em estrutura, jogadores, base e os compromissos básicos, como salários e contas do clube.

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O mico milionário

As duas últimas semanas tiveram como principal tema do futebol nacional o fim de um dos grandes micos dos últimos tempos, que foi a contratação do Ronaldinho pelo Flamengo, devido ao atraso de salários(no Flamengo? novidade…) e depois com o surpreendente anúncio da sua ida para o Atlético-MG.

O Ronaldinho até pelo histórico de melhor do mundo, poderia ter rendido mais, porém ali nada ajudou e acredito que alguns pontos foram fundamentais:

– Apelo de marketing: o Ronaldinho apesar de ser um bom garoto propaganda, já não vinha tendo a mesma atenção, até pela propaganda negativa que ele mesmo cultivou: há anos joga de má vontade(mesmo sem nenhum problema físico), na seleção, tirando 2002 quando era um coadjuvante do Ronaldo e Rivaldo, sempre teve atuações abaixo da média, ou pífias.

– Amadorismo do time: o Flamengo por mais que tivesse esse histórico jogando contra, a torcida abraçou a contratação, porém nada fez a direção para que ele virasse um bom chamariz de investimento e mesmo de venda de produtos(haja visto que o time sequer conseguiu um patrocínio condizente com tal produto)

– Regalias e passividade em excesso: o time passava muito a mão na cabeça dele quando ele fazia bobagem. Ele chegou de ressaca, faltou, tomou cartão pra ficar suspenso no dia do jogo e ir gandaiar.

O Flamengo foi extremamente incompetente, mas vendo a situação do futebol brasileiro atual é de certa forma compreensível, pois os times daqui não tem condição ainda de fazer bons planos de marketing para estrelas ou destaques do time, salve raras exceções como Ronaldo ou Neymar.

O começo da semana ainda reservou uma situação totalmente inesperada: o Atlético-MG anunciou o Ronaldinho como seu novo reforço com um contrato até o fim do ano e recebendo cerca de 1/4 do que recebia no Flamengo(declarado pelo presidente, mas ao que parece o real salário beira 1 milhão)

Coragem do Atlético em apostar em um jogador que tem mostrado total falta de interesse ou mesmo comprometimento nos últimos anos e triste ver como um jogador do nível dele, chegou ao ponto de grande parte das torcidas dos grandes clubes querem ele bem longe de seus times…

Sobre o futuro dele no Atlético acredito que apenas ele pode dizer, pois ter um fim de carreira patético como vem sendo, não condiz com a condição de estrela mundial que ele já teve.

 

Quem é desumano?

Ano novo, vida nova, competições começando, times reforçados, mas os velhos assuntos continuam os mesmos. Entre todos os assuntos chatos que rodeiam o mundo do futebol e ocupam inúteis horas de debates esportivos, um particularmente me irrita mais que todos os outros juntos. Esse assunto é a velha choradeira de parte da imprensa esportiva brasileira quando times tupiniquins tem que jogar em cidades com altitudes consideradas elevadas.

O ano de 2012 promete ser muito interessante para os amantes de futebol, e particularmente a copa Libertadores promete ser o grande destaque futebolístico do primeiro semestre. 3 grandes clubes cariocas vem com boas equipes e muita rivalidade. 2 grandes paulistas sendo um o atual campeão e favorito ao bi (bi em sequencia, tetra em títulos alternados) e o outro é o atual campeão brasileiro e vem com o velho trauma de nunca ter vencido a competição continental. Isso somado ao bom time do Internacional, a volta do Boca que não disputava há algum tempo, a sempre perigosa LDU, e o bom time da Universidad de Chile, entre outros, fazem da Libertadores de 2012 uma competição que promete ser uma das mais emocionantes da história.

Com tantos atrativos, podemos pensar que a imprensa está fazendo uma grande cobertura, mostrando destaques de várias equipes, etc. Mas não, a única coisa de que se fala (além das também chatíssimas contendas entre Ronaldinho e Luxemburgo) é sobre o Flamengo jogar na temida Potosí. Sobre a altitude “desumana”, um monstro mitológico que na boca de certos pseudo-intelectuais parece vestir a camisa 10 dos times locais, bater escanteios e cabecear a bola do escanteio que ela mesma cobrou.

O primeiro ponto que pretendo tocar sobre a “desumanidade” do assunto, é justamente o lado humano, imagine você, caro leitor, seja nascido onde for, que um “gênio” de um país estrangeiro saia dizendo por aí que a prática do que quer que seja na cidade em que você nasceu, ou vive, é desumana. Quer dizer que aqueles que conseguem praticar normalmente não são humanos? E os que nasceram e vivem nesses lugares? São o que? Animais? E Ts? Notaram o quanto esse tipo de declaração é no mínimo uma deselegância e uma tremenda falta de educação? Afinal de contas o que é mais desumano? Jogar futebol onde vivem milhões de pessoas e todos praticam esportes normalmente, ou dizer que fazer o que quer que seja em regiões habitadas por seres HUMANOS é desumano?

Outro ponto importante é o da saúde dos atletas, pois da última vez que o Flamengo atuou na mesma Potosí, a choradeira foi tão grande que chegaram até a fraudar relatórios médicos, e tudo que encontraram em toda a história foi a morte por ataque cardíaco de um atleta amador, em uma partida realizada na cidade de Oruro, do mesmo tipo que os que já mataram jogadores no Brasil, na França, em Portugal, entre outros países de altitudes baixas. E esse relatório obviamente nunca vai poder refutar os vários laudos sérios que comprovam que o risco de morte é o mesmo em altitudes altas ou baixas.

Aí os pseudo-intelectuais dirão que jogar na altitude é uma covardia, uma deslealdade, e que a diferença de desempenho de quem está adaptado para quem não está é absurda. Nesse caso também não é bem assim. Pra começar que jogar em casa é sempre uma vantagem, e quando se tem alguma particularidade ambiental que dificulte mais para o adversário, essa vantagem tende a aumentar. Exemplos não faltam, equipes que jogam em estádios grandes e com torcida distante do campo como o São Paulo por exemplo, sempre tem dificuldades de jogar na Vila Belmiro, ou na Arena da Baixada que são alçapões. O Juventude sempre usou o frio de Caxias, assim como o Paissandu o calor de Belém como uma arma a mais. Equipes italianas, e espanholas sofrem quando jogam no frio da Russia ou da Noruega. O Brasil teve uma grande vantagem quando enfrentou a Holanda em 94 no calor de mais de 40 graus de Dallas. Assim é o mundo em que vivemos, quente, frio, seco, úmido, alto, baixo.

Ainda no ponto da diferença técnica, muitos “especialistas” garantem que atletas profissionais praticamente não sentem dificuldades de respirar, mas que o problema maior é que a reação da bola é muito diferente, ela fica mais leve, e tem que colocar bem mais efeito para que ela faça curva. De fato isso é verdade, porém é uma situação com dois lados da moeda, pois quem está acostumado a jogar lá em cima, quando vem jogar em baixas atitudes sente a bola muito pesada (quase uma bola de futebol de salão) e rebelde, que faz muita curva, ou seja, o que dificulta um no jogo de ida, dificulta o outro no de volta.

Por fim dirão: “Se a altitude não é esse monstro, por que times tecnicamente superiores perdem tanto para equipes mais fracas?”. Isso se explica justamente pelo drama criado em alguns países sul-americanos (principalmente no Brasil) que não tem elevadas altitudes, quando seus times jogam lá. Simplesmente se criou um monstro tão grande, que ficou impregnado na cabeça das pessoas, nenhum jogador do Flamengo teme o Real Potosí, nenhum jogador brasileiro teme a hoje fraca seleção boliviana (que morre de saudade da geração de Baldevieso, Etcheverry e etc). Mas todos temem de forma exagerada e desnecessária o”jogador altitude”, e este fator psicológico faz toda a diferença. Posso citar dois exemplos que provam o quanto o medo da altitude provoca efeitos que ela não causa em ninguém.

Em 1992 quando o São Paulo, enfrentou o San José nos 3.700 Mts da cidade de Oruro, o vôo fez escala na cidade de Santa Cruz de la Sierra (que está praticamente no nível do mar) e por um imprevisto, a equipe brasileira teve que passar um dia na capital crucenha, como o Mestre Telê Santana não gostava de dormir em serviço, aproveitou o dia em Santa Cruz para treinar a equipe em um campo alugado. Eis que em poucos minutos de treino o atacante Macedo de tanto ouvir falarem sobre os males da altitude boliviana e com muito medo de passar mal naquele clima “desumano”, sentiu uma falta de ar insuportável e dizendo que não havia ar nenhum para se respirar, desmaiou. Sim, ele desmaiou devido ao “ar rarefeito” de uma cidade que está na metade da altitude de São Paulo!!!

Outro exemplo que posso citar é o exemplo pessoal meu, já estive em cidades de altitudes moderadas (Tarija e Sucre), e em cidades bem altas (La Paz, Potosí, El Alto, e Copacabana). Em minha primeira vez na Bolívia tive uma indisposição intestinal quando o avião estava prestes a aterrizar no aeroporto de El Alto, e devido a isso, meus primeiros minutos a mais de 4.000 mts de altitude foram de uma intensa corrida e descida de escadas em busca de um banheiro, e posso dizer que não senti nada de muito diferente do que senti quando tive de correr devido a apertos parecidos no Brasil. Nas cidades de La Paz, e Potosí, além de caminhar muito em subidas e descidas, fiquei hospedado em edifícios altos e sem elevadores (isso não é raro por lá) e cheguei a ter que subir escadas correndo sem problemas. Em Copacabana (não a praia carioca, mas sim a belíssima cidade nas margens do lago Titicaca) tive a experiência de jogar futebol com alguns garotos locais, e a única dificuldade que tive foi ter que usar de minha habilidade para chapelar uma ovelha que pastava ao lado da quadra, e sabe-se lá por que invadiu a quadra no meio do jogo.

Tenho um exemplo que comprova a importância do fator psicológico. Na escalada ao topo do pico Chacaltaya que fica há mais de 5.000 mts de altitude, na excursão rumo ao lindo pico nevado famoso pela pista de esqui mais alta do mundo, mais da metade dos turistas eram brasileiros, sendo a outra metade dividida em gente de várias partes do mundo, no final da escalada rumo ao pico estavam no topo, além dos guias locais, turistas noruegueses, israelenses, americanos, japoneses, ingleses(todos de países que não tem cidades muito altas), e dos brasileiros apenas meu irmão asmático, e eu chegamos no topo, todos os outros brasileiros pararam alegando que estava difícil respirar. O que mais pode explicar brasileiros sentirem um “mal da altitude” que o inglês não sente? A única explicação que encontro é um temor criado por gente que transforma uma coisa normal em um monstro.

Por fim recomendo que as pessoas antes de fazerem julgamentos, conheçam esses países belíssimos como Bolívia, Peru e Equador, e que todos os torcedores disfrutem muito dessa Copa Libertadores de nossa querida e diversificada América.

 

 

 

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Hora da espera.

Olá meus amigos, feliz 2012 a todos.

Após um final de ano muito feliz, com o título de campeão brasileiro, é hora do Corinthians se preparar para a próxima temporada.

Sobre o elenco, a diretoria manteve a base, o técnico (infelizmente) e acredito que o time terá a mesma estrutura do ano passado. Ainda acho que faltam um goleiro e um lateral para cada lado, pois o semestre vai ser bem apertado. Vieram jogadores de times pequenos, sem muito nome, e isso é bom, pois com um baixo investimento podemos ter jogadores muito úteis durante o campeonato.

Ontem vi o jogo amistoso contra o Flamengo, e com todas as ressalvas que um jogo de pré-temporada precisa ter achei bem interessante a postura do time, principalmente no primeiro tempo, quando jogou com seu time titular. Contra um time que deveria estar muito melhor fisicamente, pois tem compromisso pela Libertadores em breve, o Corinthians conseguiu manter o domínio da posse de bola e foram raras as vezes em que o adversário passou do meio campo. Destaque para o Fábio Santos, que se apresentou muito bem e errou pouquíssimos passes e inversões de jogo. Sobre o Liedson não precisamos falar nada, o cara é diferenciado mesmo, e aparentemente o Alex vai se firmar como titular. No segundo tempo, gostei muito da atuação do Nenê Bonilha (acho que é esse o nome) como lateral direito, mas não dá para avaliar o garoto por uma partida amistosa, ainda mais que ele é volante de origem. Mas o Alessandro que se cuide.

Este é um momento de muita especulação e pouca notícias, então o foco deve ser a preparação física para aguentar a temporada. Por que o Adriano não treinou nas férias, ao invés de ficar baladeando por aí? Agora precisa de mais duzentas mil semanas para ele entrar em forma, um absurdo isso, mostra a omissão da diretoria neste tipo de comportamento amador de alguns jogadores.

E por enquanto é isso, só nos resta aguardar, separar as especulações das notícias de verdade e ver o que o Corinthians trará de diferente para o ano que se inicia.

Fortes emoções


A rodada promete.

Para todo mundo que está disputando algo no campeonato (título ou rebaixamento, me recuso a acreditar que um time luta só pra se classificar pra libertadores ou sulamericana, é pensar muito pequeno), a rodada deste final de semana promete.

O Corinthians enfrenta o Fluminense, que vem de 3 vitórias seguidas, no Maracanã, e vai precisar suar sangue para conseguir uma vitória que será fundamental nas pretensões de título alvi-negras.

Após a vitória épica sobre o Flamengo, é hora do timão arrancar e mostrar que realmente não abre mão do título, como demonstrou há algumas rodadas.

Muito se fala em São Paulo, Botafogo, Flamengo, Palmeiras, mas para mim apenas dois times disputam o título brasileiro: Corinthians e Vasco.

Se o jogo de amanhã não promete ser brilhante tecnicamente, ao menos deve ser muito brigado.

Com certeza ambas as torcidas precisarão de muita reza brava para conseguir chegar ao final dos 90 minutos com os 3 pontos.

Rodada dos sonhos


É até difícil de acreditar. Em um jogo épico, com erros de arbitragens para os dois lados, o Corinthians ganhou de 3 a 2 do Grêmio no Pacaembu, atuando com dois jogadores a menos durante quase meia hora.

O Flamengo perdeu por 3 a 2 do Avaí, e agora perde Ronaldinho Gaúcho para a rodada do final de semana.

O São Paulo perdeu em casa para o Fluminense, não conseguindo tirar proveito da mãozinha dada pela arbitragem.

O Palmeiras deu mais um vexame daqueles, levando 3 do Botafogo.

O Santos levou 3, conseguiu empatar, mas definitivamente está fora da briga.

Posso queimar minha língua, mas considerando as próximas rodadas, desfalques, etc, afirmo: o título do campeonato brasileiro fica entre Corinthians e Vasco.

Parece que ninguém quer.

O Corinthians tá se esforçando para perder a liderança.

O Flamengo faz de tudo para não alcançar o tpo.

São Paulo e Vasco se dedicam à manutenção da posição intermediária.

O Palmeiras e o Botafogo não conseguem se aproximar.

Ninguém quer ser campeão brasileiro?

Nas rodadas finais do primeiro turno, vemos vários times derrapando e não conseguindo abrir vantagem perante os concorrentes. Muitos são os fatores, como desfalques por contusão, convocações da seleção brasileira e jogadores novos que ainda não entrosaram com o time.

Mas quem arrisca, a esta altura do campeonato, fazer uma previsão?

Quem pode dizer quem será o campeão brasileiro? Os classificados para a libertadores? O artilheiro do torneio?

Falando do Corinthians especificamente, o começo da tabela foi muito mais difícil, e a equipe abriu uma enorme vantagem. Quando pegou adversários mais fracos, perdeu a oportunidade de estar disparado na liderança.

Qual será a próxima surpresa pregada pelo time do professor Adenor?

Palpites da equipe

No primeiro programa do Em Cima da linha, ocorrido na primeira rodada do Campeonato Brasileiro, dia 22/05, os presentes colocaram seus palpites sobre quem seria o campeão, os classificados pra Libertadores e os Rebaixados. Guardem os palpites, coloquem os seus nos comentários, e o principal, cornetem!

Bernardo Marchesini

4 primeiros: Santos, Cruzeiro, São Paulo, Atlético-MG

4 últimos: Bahia, Améri, Atlético-GO, Atlético-PR

Carlos Teixeira

4 primeiros: Fluminense, Cruzeiro, Santos, São Paulo

4 últimos: América, Bahia, Figueirense, Atlético-Go

Fernando Rossini

4 primeiros: Grêmio, Inter, Atlético-MG, Santos

4 últimos: Botafogo, América, Ceará, Bahia

Luciano Sant’Anna

4 primeiros: Santos, Grêmio, Inter, São Paulo

4 últimos: Atlético-PR, Atlético-GO, Bahia, Ceará

Luiz Fernando

4 primeiros: Santos, Inter, Cruzeiro, Coritiba

4 últimos: Botafogo, Figueirense, América, Bahia.

Tatiana Ferreira

4 primeiros: Inter, Grêmio, Santos, Flamengo

4 últimos: Atlético-GO, Bahia, Botafogo, Ceará