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Jogos como esse contra o Libertad, são do tipo que o lado técnico do time acaba sendo colocado em segundo plano.

A vitória e principalmente a forma como ela veio, tornam o momento único.

A superação, a entrega, a raça, determinação para conseguir o resultado necessário, sabendo que aquele era o “jogo do ano” até o momento fizeram a torcida apoiar os 90 minutos o time.

Mesmo em momentos adversos a torcida não deixou de apoiar, vaiar? apenas quando o adversário tinha a posse da bola.

A torcida, que praticamente havia rompido com o time pós-goleada sofrida contra o Mirassol, reatou com o time, pois em nenhum momento, nem quando o time ficou com um a menos, a torcida desanimou, continuou apoiando até o fim e teve a recompensa por todo esse apoio.

O time não ficou melhor tecnicamente, ainda possui muitas falhas, nem mesmo parou de errar, ainda continua a ter seus momentos de pane. Porém a forma como o time tem ido para as jogadas, disputando cada bola como se fosse a bola do título, tornam o time cada vez mais difícil de ser batido.

São 4 vitórias seguidas, sendo 3 delas bastante representativas: as duas da Libertadores, que valeram a classificação e a contra a Ponte, única invicta do Paulistão e vencendo em Campinas.

Méritos para o presidente Paulo Nobre que manteve o Kleina no cargo mesmo depois do desastre de Mirassol(momento aquele que eu mesmo tinha muitas dúvidas se era válido que ele continuasse, pois parecia que ele tinha perdido o rumo), porém ele acreditou no que vem sendo feito e apenas 2 semanas depois vê o time saindo do inferno e tendo seus merecidos momentos no paraíso, classificado com uma rodada de antecedência, coisa que nem Grêmio, Fluminense ou São Paulo(esse com grande risco de eliminação) conseguiram.

A moral do time está lá no alto e acredito que essa classificação ainda não é o limite do time, pois considerando até que devem chegar reforços para o time na segunda fase da Libertadores, não seria de se surpreender que o time avance mais ainda.

O título continua sendo uma possibilidade improvável, porém depois de tudo que foi visto, não pode-se dizer mais que é impossível.

Quinta foi o dia que o palmeirense pode, desde o título da Copa do Brasil ano passado, ter verdadeiramente orgulho do time.

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