Mar Amarelo em Belo Horizonte, e era a Colômbia

 

Para mim, a Colômbia sempre foi a favorita do Grupo C, aliás, se é a cabeça de chave, é porque traz consigo esse favoritismo. Mas não sei se esperava por tudo que vi em BH neste sábado.

A começar pela torcida colombiana. Parecia jogo do Brasil, o estádio inteiro amarelo, sensacional. Confesso que não imaginava que teríamos tantos colombianos aqui. Mesmo com a proximidade dos países.

E o que se viu nas arquibancadas, refletiu-se em campo. A Grécia não viu a cor da bola. Tirando um belo chute de Kone no primeiro tempo e o gol incrivelmente perdido por Gekas no final do jogo quando já estava 2×0 para os colombianos, os gregos não assustaram ninguém.

Samaras já não era lá essas coisas jovem, agora depois de velho achou que era craque e protagonizou algumas patacoadas.

Mas do outro lado não. Se ao sair a escalação Pekerman me deixou receoso, poucos minutos foram necessários para mostrar o acerto da escalação da equipe.

James Rodríguez foi um dos melhores jogadores da primeira rodada, um jovem com uma camisa amarela de número 10… as semelhanças não foram poucas.

Por tudo isso, a vitória colombiana foi um passeio, e se vier uma vitória contra a Costa do Marfim, por que não acreditar em uma improvável quartas-de-final?

 

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