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É hora de recomeçar

O Em Cima da Linha foi fundado em 2011. Nascido da paixão que vários amigos nutrem por futebol, a ideia inicial do veículo era ter um lugar no qual o torcedor comum tivesse voz. Porém, mais do que informar, o princípio básico do EL, como chamamos na intimidade, era que a gente pudesse ter diversão. Era a desculpa para que assistíssemos aos jogos, conversássemos sobre eles, nos reuníssemos aos finais de semana para fazer os programas ao vivo.

Com o tempo passando e os compromissos batendo à porta de todos, acabamos diminuindo bastante o ritmo, até paramos. Aí chegou a copa de 2014, e é lógico que não poderíamos ficar de fora da festa. Fizemos uma cobertura muito boa, chegamos a ter 30 mil acessos em um dia na nossa página do Facebook. Mas novamente os compromissos bateram à porta, algumas amizades se desfizeram, outras continuaram, porém mais distantes. Pouco depois da copa e praticamente só o Luiz Fernando Mutschele, o nosso querido Mutsa, continuou escrevendo por aqui.

Agora a Copa de 2018 está chegando, e de repente sentimos que é hora de recomeçar. Mas não faz sentido, em meio a tantas páginas legais, grupos de discussão em redes sociais, fazer o mesmo trabalho de todo mundo. Não queremos escrever sobre os jogos da copa, se foi ou não pênalti, se fulano é melhor ou pior do que o outro. Iremos atrás de histórias.

Pode ser a história de algum jogador, alguma seleção, um árbitro, um torcedor, enfim… qualquer coisa que evidencie o papel do futebol como instrumento de união não só no Brasil, mas em todo o mundo. Ainda não sabemos quem estará por aqui, a equipe antiga está sendo contatada aos poucos, e algumas pendências profissionais e pessoais precisam ser resolvidas para que todos possam estar de volta. Mas prometemos uma coisa: trazer a visão dos apaixonados por futebol, de uma forma que quem não gosta deste esporte jamais entenderá.

Enquanto os textos novos não saem, divirtam-se com o que temos de mais antigo por aqui.

Um forte Abraço a todos,

Fernando Henrique Brasil Rossini
Henrique Mariano Siqueira

7 notícias que mostram: nada mudou no futebol brasileiro

7 notícias que mostram: nada mudou no futebol brasileiro

Terminada a copa do mundo, muita coisa foi dita sobre o futebol brasileiro(aqui então, praticamente todos deram seu “pitaco” no problema), seguiu-se algumas “mudanças” na seleção, os campeonatos voltaram e a vida, digamos, continuou.

Porém perto do fim do ano(ainda tem algumas rodadas, a final da copa e as quartas da sul americana), e pegando apenas desde o término da copa, como tantos temas no mínimo nojentos, tiveram algum destaque no noticiário do futebol nacional, que fica praticamente auto-explicativa a razão do porquê as coisas aqui estão um lixo e como a perspectiva de mudar está tão, mas tão distante…

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Nem só de amor se vive

Nem só de amor se vive

Perder é ruim, claro, é muito ruim, mas não é o pior que pode acontecer. Faz parte do esporte, quem gosta e acompanha tem que saber que uma hora vai perder.

Mas o que aconteceu com o meu amado Vasco foi pior. Pois com a volta do Eurico, não perdeu só o clube, perdeu o futebol brasileiro. Perderam todos que gostam desse esporte e que queriam que evoluíssemos.

Inocência pensar que o Eurico fará mal só ao Vasco. Aliás, o provável que o Vasco volte a vencer, diria que em no máximo 3 anos ganhará um Carioca. Mas a que preço?

Bom eu digo por mim, para mim deu. Ver o Vasco cair duas vezes doeu, bastante, eu diria. Ver o principal ídolo como jogador do clube fazer o que o Roberto Dinamite fez, muito mais. Aliás, Roberto também se mostrou, além de fraco, covarde, um administrador bem “confuso”, para não acusá-lo de crime algum. Foi o pior essa é a verdade.

E quando eu achava que tínhamos chegado ao fundo do poço, a volta do Eurico foi a gota d’água para eu largar de mão.

“O Sentimento não pode parar!” O sentimento não para mesmo, mas nenhuma relação vive só de amor, e só de um lado. Perder faz parte, ser diuturnamente vilipendiado não. Se os sócios entenderam por bem o retorno de Eurico, eu que tenho que me afastar.

Foi fácil me afastar da seleção, será também do Vasco. Em certos momentos temos que escolher o que é mais importante, ganhar a qualquer custo, para mim, nunca será.