Escolha uma Página
Assunção, o mito!

Assunção, o mito!

Se algum jogador atualmente no Palmeiras merece, e muito o reconhecimento da torcida, esse é o Marcos Assunção, que jogo após jogo vem mostrando sua capacidade de decisão. Ontem foi graças a ele que o Palmeiras saiu com os 3 pontos no jogo contra o Mogi Mirim. Suas cobranças de falta precisas, ontem foram responsáveis pelos 2 gols do time alviverde.

A parte boa é que depois de um ótimo acerto de patrocínio com a Kia motors (onde no mínimo o time conseguirá 25 milhões por ano até janeiro de 2015), põde garantir uma boa vitória que o coloca entre os líderes do campeonato. A parte ruim é que com 35 anos, o Assunção disse que ou para esse ano, ou ao final do ano que vem, dependendo do que ocorrer nessa temporada(leia-se qualificação para libertadores).

Olhar o jogo em si, nos leva mais uma vez aquilo que vem sendo dito desde o ano passado: a falta de boas opções no elenco, pois é no mínimo perturbador você ver um time que deveria passar com sem sustos por outro que é notadamente mais fraco, levar pressão e correr riscos de sofrer empate durante praticamente todo segundo tempo. A sorte foi que logo no início em cobrança da falta perfeita, Assunção abriu o placar e deixou o Palmeiras em relativa tranquilidade, onde pelo menos na teoria, com o Mogi tendo de sair para o ataque para buscar o resultado, permitiria que o time, em rápidos contra-ataques, pudesse definir a partida, porém na prática a coisa foi muito diferente… O time simplesmente não tinha velocidade para sair no contra-ataque, pois mesmo com os bons passes executados por Valdívia e também pelo Assunção, Fernandão(que voltava demais para trás do meio e por ser lento não estava nunca bem posicionado) e Luan(que estava em uma noite triste), tratavam de matar as jogadas, por pura falta de velocidade. Pra ajudar, o Felipão ao invés de colocar o Maikon Leite, preferiu reforçar a defesa no segundo tempo e tentar segurar o magro placar de 1 a 0 e o que é pior, ainda ficou levando sufoco do fraco time do Mogi. Não fosse no final outra intervenção primorosa do Marcos Assunção, que assegurou a vitória com mais um belo gol de falta, ainda tinha o risco de novamente o time sair com um empate.

Bom ontem o resultado e ver que o Daniel Carvalho parece ganhar mais ritmo de jogo e em alguns momentos foi muito interessante ver lances dele, do Valdívia e tabela entre ambos, pois quando o jogador tem um toque diferenciado e mais categoria que os que estavam jogando normalmente, as jogadas fluem com muito mais facilidade. O problema como já disse antes é a questão física de ambos, que não se mostra há tempos confiável.

No domingo teremos o primeiro clássico, contra o Santos que muito provavelmente terá em campo o time principal(já visando a estréia na libertadores da américa) e aí poderemos ter uma noção mais concreta da capacidade desse time. É bem provável que também o jogo promova as estréias de Barcos, Román e talvez Artur(esse último pela regularidade do cicinho é o mais improvável) e será bem interessante vê-los sendo de cara colocados à prova contra um bom desafio.

Em tempo: foram prometidos mais reforços ainda para o time pelo Tirone. O Wesley ex-Santos foi citado, mas o preço fora da realidade(6 milhões de euros) parece afastá-lo cada vez mais do time. Seria um bom reforço, mas ao que parece são mínimas as chances de contarmos com ele no time.

Empate pífio… e a diretoria acha que tá bom

Empate pífio… e a diretoria acha que tá bom

Apesar do título, não a diretoria não disse nada do tipo depois do jogo, porém o que foi mostrado durante a última semana explicam a razão do tíitulo, mas primeiro uma breve análise sobre o jogo.

O jogo ontem já começou com um sério problema: o Valdívia não pode jogar e como todas vezes que ele não joga, o time perde ação no meio campo, porém ontem ainda tinha o Daniel Carvalho. O cara é muito técnico, tivesse ele em condições, seria o reforço excelente, porém vemos que atualmente ele tá mais pra arremedo de jogador(infelizmente), jogou um primeiro tempo até razoável, porém no segundo desapareceu e com ele o futebol do Palmeiras…

A parte boa, foi que o Tinga não tinha condições de jogo e o Maikon Leite entrou em seu lugar(longe de mim querer o mal de alguém, mas futebolisticamente falando, ele não jogar é um grande alívio) e mostrou o que apenas o Felipão parece não querer enxergar: que com o Tinga não dá!

O ataque novamente foi a parte triste do time, pois como sempre digo: depender de Ricardo Bueno e Fernandão não dá… ainda que o Fernandão comprova mais uma vez que é o menos pior dos dois, pois se afinal nenhum dos dois sabe chutar, ao menos ele consegue fazer mais papel de pivô, enquanto o Bueno nem isso.

A partida enquanto o Daniel Carvalho aguentou, foi de um Palmeira um pouco mais criativo, pois mesmo ele ainda longe do preparo ideal, ainda deixava a desejar e no segundo tempo quando ele desapareceu, a partida voltou a mostrar o que todos palmeirenses cansaram de ver: um time que depende só do Assunção para conseguir resultado. Sem contar o lance ridículo do Leandro Amaro que infantilmente dominou a bola na área achando que o juiz não ia ver… e depois de ter saído atrás, o Palmeiras mostrou afobação e desespero, onde nenhuma jogada era trabalhada e bolas eram jogadas à esmo na área. O torcedor ao ver isso, tem recordações pavorosas da campanha ridícula do ano passado. Eis que em um lance fortuito, o Fernandão conseguiu empatar, mas nem assim a situação melhorou muita coisa, pois para quem via o jogo era claro que o time não tinha jogada e dependia unicamente da sorte para conseguir um gol ali e como não houve o tal “lance sortudo” a partida terminou em 1 a 1.

Aí chegamos ao ponto que citei da diretoria: ela afirma que o time está bom e que depois da contratação do artur, talvez venha mais um reforço para fechar o elenco.

Eu pergunto: isso aí é um elenco? pra mim não… É um time titular(com algumas peças que poderiam ser melhoradas), um ou outro reserva e só!

Analisemos o time considerado “ideal”: Deola, Cicinho, Henrique, Roman, Juninho, Márcio Araújo, Marcos Assunção, Valdívia, Daniel Carvalho, Luan(ou Maikon Leite) e Barcos.

Olhando o time titular dá pra dizer que é um time bastante competitivo e que dá pra fazer um campeonato almejando algo, porém quando você olha mais a fundo, chegamos a triste constatação: Valdívia e Daniel são bons, mas incógnitas, nunca se sabe quando eles podem ou não jogar, logo precisaria de um meia de nível razoável para reserva, até tem o Carmona, mas ele ainda é uma incógnita.

Dupla de volantes: os reservas são basicamente João Vitor, Chico(que como primeiro volante não chega a comprometer tanto) e Tinga, preciso dizer mais?

Zaga: tem o Henrique e… Maurício Ramos não joga(nem chega a ser uma tragédia, mas não serve pra titular), Roman(que sabe-se lá o que vai ser) e Leandro Amaro(esse é dureza…) o Thiago Heleno ainda fica muito tempo fora, logo a zaga ainda está incompleta.

Laterais: os titulares dá pra dizer que estão entre as melhores duplas do país, pois poucos times tem jogadores do nível de Cicinho e Juninho(dentre os time paulistas, nenhum tem uma dupla melhor), porém não tem reservas, já que o Gerley ainda é inconstante e Artur uma incógnita.

Agora o drama, o ataque: tem o Barcos(que todo mundo bota fé e esperamos que atenda as expectativas), Luan(que joga mais de ponta do que atacante), Maikon Leite(que ainda anda muito irregular) e Ricardo Bueno e Fernandão. O problema fica no seguinte: quando o Barcos não jogar, um dos dois joga e todo mundo já cansou de ver o que acontece quando eles jogam…

O elenco tem peças muito discrepantes, que derrubam demais o nível quando entram e o pior: elas entram com uma frequência assustadora.

Ano após ano, tem sido comprovada mais a tese que apenas um bom elenco(e não um bom time) conseguem vencer e com esse elenco fraco e torto, onde tem jogadores de bom nível e outros de péssimo, mostra que esse tende a ser mais um ano muito complicado para a torcida palmeirense.

Obs: até o momento nada de patrocínio, muito menos de ideias ou ações para tentar algum reforço de nível.

 

Contratar ou Revelar? Eis a questão!

Contratar ou Revelar? Eis a questão!

Com a Final da Copa São Paulo, vendo a festa de meus amigos corintianos pelo merecido título, fui questionado por alguns destes amigos se o mais importante seria revelar jogadores ou vencer o torneio.

Tenho pensado sobre este questionamento e continuo em dúvida, pois quando um time vence a Copinha é mais fácil validar as revelações e muitas vezes quando o clube não vence o torneio são colocados em descrédito tanto os atletas quanto a estrutura (física e recursos humanos).

Olhando para os clubes brasileiros não consigo enxergar a prioridade das categorias de base, tão presente nos discursos dos diretores. O campeão da Copinha deste ano, por exemplo, tem somente um atleta das categorias de base em seu time titular (o goleiro Julio César – que é muitas vezes contestado), e perdeu vários atletas para mercados secundários ou times de menor expressão (Dentinho e William estão na Ucrânia, Lulinha é um nômade, sendo emprestado para clubes pequenos a cada inicio de temporada, Boquita não vingou nem na Portuguesa).

Outros clubes também passam pela mesma situação, mesmo aqueles que alegam ter as melhores estruturas, como é o caso do SPFC, que no time titular tem somente 4 jogadores revelados na base (Rogério, Denilson, Wellington e Lucas) e também “dispensou” muitas jogadores revelados recentemente (Jean, Aislan, Mazola, Sérgio Motta, Alex Cazumba, Juninho, Richard, Denner, Ronielli, Bruno César, entre outros).

Imagine se os clubes nacionais priorizassem de verdade as categorias da base, assim como o Barcelona faz na Espanha – são 8 revelações do clube entre os titulares (Valdes, Puyol, Piqué, Busquets, Xavi, iniesta, Fábregas e Messi), o tricolor do Morumbi poderia ser escalado com: Rogério, Jean, Luiz Eduardo, Rodolpho, Cortes; Wellington, Casemiro, , Hernanes, e Kaká; Lucas e Luis Fabiano, assim como o Barcelona com 8 jogadores da base (em negrito).

Para que isto aconteça, os clubes precisam entender que entre um jogador mediano contratado e manter uma promessa da base, a revelação é que deve ser utilizada, ou você acha que o Luiz Eduardo é pior que o João Filipe (SPFC), ou o Moraes era melhor que o Lulinha (SCCP), ou Wellington Nem joga muito menos que o Souza (FFC).

Enquanto não tivermos jogadores da base nos elencos dos grandes clubes brasileiros, jogando, ganhando experiência, errando e acertando, não teremos categorias e base com qualidade no Brasil.

Alguns dizem, assim como o Paulo André em seu blog, que os garotos chegam verdes para treinar com os profissionais, mas como serão preparados se não são testados – pouco a pouco – em seus clubes. Jogadores consagrados, ídolos em seus clubes não forma lá muito em seu primeiro ano em um grande clube – o Raí, por exemplo, não jogou nada em seu primeiro ano no tricolor, o Hernanes só vingou depois de muitas idas e vindas.

É preciso colocar a garotada para jogar. O que você acha? Como ficaria seu time se escalado com pelo menos 8 jogadores da base? Comente, critique! Este assunto precisa e deve ser muito discutido.

 

 

Copa São Paulo de Empresários Jr.

Copa São Paulo de Empresários Jr.

Como todo torcedor coritiano, sempre gostei da Copa São Paulo de Futebol Jr.

Não sei se por causa da mística do terrão, dos talentos revelados no Parque São Jorge, os torcedores corintianos sempre tiveram uma relação mais próxima com este torneio do que os torcedores de outros times.

Porém, de uns anos para cá o cmpeonato tornou-se extremamente inútil.

Partindo do princípio que o foco de um torneio de base é revelar jogadores, podemos afirmar, de cara, que o título deve ser uma questão secundária. Muitas vezes os times ganham jogando mal, feio, com vários jogadores marcando e achando gols nas bolas paradas. Mas de que vale um título de um torneio como esse se não formar jogadores?

Hoje temos centenas de times que são comandados por empresários, que usam a copinha apenas como vitrine para vender seus jogadores nos mercados europeus e asiáticos. Jogadores sem nenhum desenvolvimento, já que são muito novos, e que vão para países muitas vezes inexpressivos no cenário futebolístico tentar a sorte e buscar o sonho do estrelato mundial.

Times que não têm torcida, não têm tradição, não acrescentam nada ao futebol brasileiro. Jogadores deslumbrados, mais preocupados com a cor da chuteira ou o penteado diferente, mais focados nas dancinhas para comemorar gols do que no gol propriamente dito, sem falar nos que claramente estão acima da idade permitida.

Pergunto a vocês: Qual a validade de se ganhar uma Copa SP hoje?

Em tempo: O que foi aquela cena do vice-presidente da FPF colocando a medalha no bolso?

Primeiro empate, mas um bom sinal.

Primeiro empate, mas um bom sinal.

O primeiro jogo que pude ver de fato do Palmeiras, teve um resultado que apesar de não ser grandes coisas(um mero empate jogando em casa), não pode ser considerado de todo ruim, pois a Portuguesa atual, nem de longe lembra aquele time bagunçado do paulistão passado(nesse ritmo deve fazer bom papel no paulista e copa do brasil, mas não vem ao caso), porém não dá pra dizer que foi de todo ruim o jogo de ontem.

A partida acabou por ser bastante equilibrada, pois a Portuguesa segue o estilo de jogo que marcou sua campanha na série B: com toques rápidos, ofensividade e contra ataque geralmente em velocidade, então até aí nada de novo, porém o Palmeiras diferente do ano passado, está jogando com a bola no chão, pensando as jogadas. O chuveirinho na área sem dúvida continua sendo uma arma poderosa(Marcos Assunção por sinal completou 100 jogos na quarta), mas principalmente graças ao Valdívia, que dá um toque de qualidade no meio que o Palmeiras não tinha praticamente ano passado, o time consegue organizar jogadas a partir de lances do camisa 10. O maior problema em especial no primeiro tempo, era a presença da nulidade chamada Tinga no time titular. Nada pessoal contra ele, porém o futebol dele desde que chegou no Palmeiras, é algo sofrível e nem dá pra alegar que foram falta de oportunidades, pois ele sempre entra em campo e joga com muita frequência(para desespero dos torcedores).

O segundo tempo veio e um alento! Tinga saiu e entrou o Maikon Leite. Aqui devo dizer que apesar de gostar do estilo de jogo dele, ontem ele abusou de ser fominha, cansou de tentar arriscar jogadas onde haviam companheiros melhor posicionados. Apesar da melhora do Palmeiras, quem saiu na frente foi a Lusa, com uma falha da zaga, o Maylsom abriu o placar. A etapa complementar foi marcada pela estréia do camarão que mais parecia um peixe-boi: Daniel Carvalho. Estranho como são as coisas, quando o via na seleção, até em partidas do CSKA, pensava: um cara desses no meu time, ia dar jeito, já hoje em dia, apesar da pouca idade dele(tem apenas 28 anos), tenho sérias dúvidas do que de fato esperar dele: o cara tem anos q vem brigando com a balança, apesar de um segundo turno do brasileiro relativamente bom, é uma incógnita saber se ele será aquele jogador do fim do ano ou aquele que nada fez nos últimos 2 anos, só jogou com o nome.

Apesar de tudo isso contra, foi dele o passe para o Maikon Leite(que apesar de alguns lances fominhas, foi o cara que deu outra movimentação ao time) que foi pela linha de fundo e passou para o Ricardo Bueno empatar e dar números finais a partida.

Depois de tudo que vi, posso dizer que apesar de ainda ser começo de temporada e o time ainda ter muito para se ajeitar, apenas o fato de ver que o time joga com a bola no chão ao invés de jogar a base de cruzamentos e nada mais, já é um alento, porém mantenho minha posição que com Ricardo Bueno(que não foi tão sofrível como de costume, mas ainda sim acho muito, mas muito fraco) e Fernandão como opções, o Palmeiras não irá muito longe, pois continuam a faltar reposições.

Em tempo: estão dizendo que deve vir um tal de Artur do São Caetano. Não faço ideia de quem seja, ou como joga, porém é estranho quando uma diretoria diz que trará “4 camarões”, trazer apenas 1(considerando que o Barcos o seja), mas com essa diretoria esperar alguma ação mais audaciosa é querer demais, quando sequer um patrocínio eles conseguem arrumar(apenas como informação: dizem que existe a possibilidade da JAC motors ser o novo patrocinador, porém isso surgiu e logo caiu no esquecimento)

O primeiro camarão e vitória na estréia

O primeiro camarão e vitória na estréia

Custou, demorou, mas o dito “camarão” saiu! Fato que tá muito longe de ser um jogador de renome, porém o desempenho dele na LDU(que atualmente figura entre os tops da américa, pelo seu recente desempenho) é no mínimo algo para se olhar com certa expectativa para seu desempenho: foram 53 gols em 92 jogos pelo time equatoriano, uma média bastante considerável ainda mais se levarmos em conta a média pífia dos últimos atacantes palmeirenses. Apesar de já estar treinando no clube, sua apresentação oficial será apenas na sexta-feira. Da minha parte, apesar de achar exagerada a badalação, considero um reforço que realmente vem para fazer a diferença, que demonstrou vontade de jogar pelo Palmeiras(o que é muito positivo) e que apesar de não ter feito grande sucesso na Argentina(o Barcos jogou muito jovem e inexperiente lá, o que talvez explique a falta de maior sucesso lá), por ter uma característica que se encaixa no jogo do Felipão, pode fazer sucesso por aqui. Não esperem um Evair da vida, porque tá muito longe disso, ele é um fazedor de gols e é disso que o time precisa no momento.

Opinião sobre reforços: o time contratou apenas 4 jogadores Hernám Barcos, Juninho, Román e Daniel Carvalho. É pouco, mas muito pouco para uma temporada, pois o time continua sem reposição em várias posições e o time titular, apesar de já ter uma cara melhor, ainda seria muito mais interessante que se tivessem outras peças, para poder dar alternativas de jogo e principalmente, no caso de alguma suspensão/contusão, o time não perca tanta qualidade. Jogadores como Valdívia, Marcos Assunção e o próprio racém-chegado Barcos, não tem peças de reposição à altura e isso fatalmente fará falta no futuro, pois quando o time depender de um Tinga, Ricardo Bueno, Fernandão(que dos 3 é o único que acho que ainda pode virar algo melhor), a coisa ficará muito complicada.

Sobre o jogo: vi muito pouco, então nem entrarei em uma análise mais profunda sobre o mesmo, mas do que vi e li sobre, dá pra dizer que o Valdívia teve uma estréia no mínimo animadora, buscando jogo, dando assistências, dribles e ainda acabou sendo caçado em campo(com conivência do juiz). Ao final do jogo ele ainda afirmou que se cuidou nas férias, malhou e procurou manter o preparo, já que ele havia tido problema com isso nos anos anteriores, e achei isso excelente, pois mostrou compromentimento com o time, e que ele sabe que tem uma dívida com o time, depois de um ano e meio mal atuando pelo Palmeiras, parabéns pra ele, que ao menos soube reconhecer isso(parece um certo “imperador” de um outro time não?). Fora ele, os 3 pontos foram importantes para dar uma moral ao time nesse começo e um certo sossego para o trabalho.

 

Acreditar em reforços com essa diretoria é complicado, porém como não há muito mais o que se esperar, o jeito é pagar pra ver se eles de fato trazem mais peças para fechar o elenco. Na minha opinião, se trouxerem mais um lateral direito(o Jonas que dizem estar bem encaminhado), um zagueiro, um meia e um outro centroavante, que possam entrar sem comprometer, aí o elenco estará pronto para a disputa tanto do paulista, como da copa do brasil.