Escolha uma Página
Centenário 2014: o ano que deve ser lembrado para nunca mais ser repetido

Centenário 2014: o ano que deve ser lembrado para nunca mais ser repetido

Finalmente terminou o brasileiro e para os palmeirenses é um grande alívio pelo fim da tortura q virou esse ano do centenário. O time se salvou com uma campanha tão patética, que dá até vergonha de analisar, além de ter a pontuação de corte mais baixa da história: 40 pontos. Se salvou mesmo porque os outros 4 eram medonhos de ruim e fizeram ainda mais força para conseguir cair(o Vitória conseguiu ainda perder para um Santos que não batia em mais ninguém).

(mais…)

A última dança?

A última dança?

Dona Palmera é uma senhora muito simpática. Centenária, italiana, sempre trabalhou como dançarina.

Viveu a época de ouro da dança nas décadas de 60 e 70. Era tão boa que montou uma escola de dança. Todos chamavam de Academia.

Talvez dona Palmera nunca tenha tido o melhor parceiro do mundo para dançar. Mas a dona Santina, que tinha o tal do Edson, conhecido por todos como o Rei da Dança, tinha sérias dificuldades em vencer os concursos em que enfrentava a “italianona”, como era conhecida dona Palmera.  (mais…)

A ascensão alviverde

A ascensão alviverde

Depois da goleada de 6 a 0 sofrida diante do Goiás, parecia de certa forma impensável que depois de menos de um mês, estaríamos falando da terceira vitória consecutiva do Palmeiras e agora diante de um dos melhores times do campeonato, no caso o Grêmio, por 2 a 1.

Foi ainda mais impressionante se analisarmos o fato de que ela veio depois de o time sair perdendo, o que há tempos atrás era praticamente impensável, pois a cada vez que o time saía perdendo, era um quase consenso que o time perderia, não havia reação, o time se entregava ou então se desesperava de tal forma que mesmo que marcasse algum gol, era mais obra do acaso do que própriamente uma reação. No jogo de sábado foi diferente, se via um time lutando e ao conseguir essa virada, ela veio através de uma pressão de certa forma organizada.

Inegavelmente a expulsão do Barcos ajudou nisso, mesmo depois de ele ter marcado um gol em um pênalti bastante contestável(segue a sina dos ex-jogadores marcando contra o Palmeiras), porém nesse caso não teve o mesmo sucesso do Alan Kardec. Mouche, que voultou a marcar depois de muito tempo, e João Pedro, que fez um lindo gol, o seu primeiro no profissional, garantiram a virada em apenas 7 minutos entre o empate e o segundo.

Vale o destaque para o João Pedro, que entrou pela contusão do Wendel e pelo futebol ridículo do Weldinho e com apenas 17 anos tomou conta da lateral direita do time. Vem jogando muita bola e junta-se a essa boa safra da base, que está dando outra cara ao time, assim como o Victor Luis que fez outra boa partida pelo time.

Destacar o Valdívia, que cansou de apanhar e ainda sim manteve a calma e o foco no jogo. Parece muito mais consciente da sua grande importância nesse momento de recuperação do time e essa é mais uma mostra da sua evolução.

A volta do Prass vem sendo também algo fundamental. Depois da boa atuação contra o Botafogo, outro jogo onde salvou a meta do time. A frieza e a segurança que a defesa tem ao saber que tem um goleiro muito confiável embaixo da meta, será de vital importância para manter essa arrancada para um fim de campeonato pelo menos digno.

O clássico contra o Santos será muito difícil, até pela boa fase do time da baixada(quebrada pelo massacre de 3×0 imposto pelo Cricíuma nessa rodada), porém com o futebol que vem sendo apresentado e a consistência que o time vem demonstrando nessas 3 vitórias faz crer que um resultado positivo no clássico é algo consideravelmente possível, além do que a moral que o time ganhará com isso pode fazer com que definitivamente o risco de cair fique no passado.

Valdívia e a “mágica” da recuperação

Valdívia e a “mágica” da recuperação

Depois da lástima que foi o jogo de domingo e da derrota vexatória, o Palmeiras sacudiu a poeira e em uma partida surpreendentemente boa, conseguiu vencer o Vitória, que vinha de dois bons resultados contra Fluminense e a vitória no BA-VI, por 2 a 0.

Como era de se imaginar, a entrada do Valdívia no time fez toda a diferença, pois o time mostrou mais organização, conseguia criar mais e até pelo fato de ter alguém com passe qualificado, outros jogadores conseguem se destacar, afinal com os outros meias do Palmeiras o cara dá um passe e recebe de volta uma desculpa.

Victor Luis(por sinal excelente revelação) fez uma ótima partida, tendo cobrado bem o escanteio que ocasionou o primeiro gol do time, marcado pelo Lúcio.

Outro que fez boa partida foi o Cristaldo, por sinal de uma troca de passes entre ele e o Valdívia, que saiu a jogada do segundo gol, marcado pelo Henrique(que é ruim, perde gol demais, mas ainda sim tem 9 gols no brasileiro, inacreditável…).

A vitória não tirou o time da zona da degola, mas sem dúvida nenhuma mostra que ainda há esperança na salvação do time, mas como foi dito, ela passa diretamente pelos pés do chileno, então para o bem do time, que ele consiga ter ao menos regularidade(e não pegue um gancho longo) no campeonato.

Fica valendo mais uma citação aqui ao Cristaldo, que em meio a tanta cornetagem aos argentinos que chegaram, ele vem mostrando a cada dia um futebol de mais bom nível. Promete muito ainda, pois sempre que entra vira um tormento para a zaga adversária, pois diferente do Henrique, ele não é estático. Como disse é das boas peças que o time tem para o ano que vem.

Com a próxima partida contra o Figueirense, que vem de boa vitória contra o Corinthians, o Palmeiras não só tem chance de sair da zona de rebaixamento, como ficaria só a um ponto do próprio time catarinense, ou seja, mais uma partida que o time TEM de ganhar.

A vitória vai passar novamente pela boa atuação do Valdívia, então se ele estiver inspirado, grandes chances de o time voltar com 3 pontos e assim também quem sabe ele começa a fazer valer depois de tanto tempo o investimento que foi feito nele ainda em 2010.

Queria ver o campeão

Queria ver o campeão

Tem uma coisa que eu odeio no futebol: reclamações de bairrismo movidas pelo complexo de inferioridade de algumas pessoas. Via de regra, reclamam que o destaque para os times de São Paulo e Rio de Janeiro é desproporcional aos resultados obtidos em campo.

Discordo. Os números estão aí pra provar que não é bem assim. Mas… (sempre tem um mas). (mais…)