Cadê o Fundo?

É o que a torcida avaiana se pergunta. A queda vertiginosa, que teve início com a derrota para o Vasco na Copa do Brasil, parece não ter fim.

O primeiro ponto no Campeonato Brasileiro veio no empate em casa contra o América-MG no sábado. É pouco, muito pouco para se manter na Série A nesse ano. O América-MG, assim como o Avaí, luta para se manter na divisão principal do futebol nacional, e também por esse motivo a vitória era fundamental.

Mas não são só os maus resultados desolam a massa, é perder jogando mal e ver suas melhores peças indo embora que tem assustado a todos.

O último a sair da Ressacada foi Silas, o bom técnico recebeu proposta do futebol árabe e pelos valores que anunciaram não tinha como dizer não. Se Paulo Silas, com o histórico que tem no Avaí saiu contestado, o que dizer de Alexandre Gallo, o treinador contratado.

Gallo já treinou o maior rival, mas não é esse o problema, a falta de trabalhos vitoriosos é que traz mais dúvidas às cabeças dos torcedores.

Passei o final de semana em Santa Catarina e fácil ver nos rostos avaianos a preocupação e a incerteza do futuro recente da equipe. Há muito tempo, o campeonato é longo e está no começo. Agora da mesma forma o caminho a percorrer é cada vez maior.

Não se vê a hora de chegar ao fundo do poço, daí então só haverá como evoluir. O momento é de treinar, treinar muito e tentar reverter o quadro, que hoje é nebuloso no Aderbal Ramos da Silva.

 

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