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CR7: Ame ou Odeie

CR7: Ame ou Odeie

Não tem meio termo, ninguém consegue ser indiferente a este grande jogador do futebol mundial. Para o bem ou para o mal, Cristiano Ronaldo move multidões, seja para atacá-lo ou defendê-lo.

Cheio de carisma, com um currículo invejável e bastante marra, o jogador português parece chegar a esta copa do mundo no seu auge, gerando em todos a grande dúvida: ele vai conseguir carregar sua seleção sozinho?

Muitos vão argumentar que na conquista da Eurocopa o craque do Real Madri não fez falta quando se machucou na final, que o resto do time jogou mesmo assim, mas… sabemos que isso é coisa dos “haters”. Sem ele, dificilmente a seleção estaria na copa, e sem sombra de dúvidas não teria a menor chance de títulos não fosse a presença do atual melhor jogador do mundo.

Na estreia contra a Espanha, CR7 pegou pouco na bola, é verdade, mas quando pegou, sofreu um pênalti e fez 3 gols, sendo o último quase nos descontos, após sofrer uma falta na entrada da área. Se olharmos a carreira de Cristiano Ronaldo, poderemos ver que de uma maneira geral o seu desempenho é 8 ou 80: ou ele acaba com o jogo, ou ele simplesmente não aparece. Dificilmente vemos ele fazendo uma partida mediana, sem brilho e sem desaparecer.

O que acho mais curioso é ver o pessoal aqui no Brasil criticando o jogador por causa de suas características extra campo. Uns dizem que ele é marrento, e aí me perguntou: o que era o Romário. Outros dizem que ele é vaidoso, e aí pergunto: O que é Neymar? Ainda temos aqueles que dizem que o Gajo é pipoqueiro, que some em decisões. A estes, só consigo atribuir muita raiva ou frustração, além de uma inacabável fonte de desinformação.

O currículo de Cristiano Ronaldo fala por si só. São muitos títulos, individuais e coletivos, gols em decisões, gols históricos, atuações épicas. Não importa se você ama ou odeia o português, uma coisa é simplesmente inquestionável: ele é um dos melhores de todos os tempos.

A COPA TEM VALOR SIM!

Texto escrito pelo nosso amigo Tercio Bamonte:

As redes sociais são um poço de mentiras, vaidades e futilidades.

Me peguei estes dias lendo manchetes e memes medíocres, dizendo que o Brasil não liga mais para a Seleção.
Mas isto não é verdade.

O que acontece é que uma boa parcela do brasileiro só liga para o futebol quando seu time está ganhando. Ou só liga para determinado esporte, quando o Brasil está em evidência. Assim foi com a Fórmula 1, que teve seu ápice de audiência com Piquet e Senna. Quando perceberam que Barrichello não era um vencedor, e que Massa não dava pro gasto, deixaram a velocidade de lado.

Isso aconteceu com basquete, vôley, judô, ginástica artística…

Brasileiro só quer saber do primeiro lugar. Pouco importa se Barrichello é um dos pilotos mais respeitados do mundo, ou se Massa tem seu nome gravado num panteão seleto que poucos conseguiram chegar. O que interessa é o pódio, o ouro, o título.

O raro valor que se deu aos perdedores foi para a Seleção de 1982. Ah! Aquilo que era futebol. Pena que perdeu (pronto, já estragou tudo….o brasileiro com a síndrome do vencedor).

Depois do 7×1, o Brasil levou um inédito ouro olímpico, mas esse é um título menor, não é? O que interessa é só o supra sumo…ganhar do mundo inteiro, aparecer.

Isso a gente vê também nos estádios. Quando o time vai bem….a coisa enche…todo mundo quer mostrar que é gigante. Quando vai mal…nem o salário do bandeirinha se paga direito.

O Brasil volta a ligar para a seleção lá pelas quartas de final…quando vislumbrar que tem chance de se achar campeão de novo. E se ganhar a Copa então…vai estampar a sexta estrela no peito e cantar EU….SOU BRASILEIRO, COM MUITO ORGULHO….COM MUITO AMOOOOOR.

Paciência. É este o nosso retrato de hoje. Quem sabe amanhã a gente dê mais valor para o atleta, que é um ganhador só por estar lá, vestindo a nossa farda.

VAI BRASIL!

É hora de recomeçar

O Em Cima da Linha foi fundado em 2011. Nascido da paixão que vários amigos nutrem por futebol, a ideia inicial do veículo era ter um lugar no qual o torcedor comum tivesse voz. Porém, mais do que informar, o princípio básico do EL, como chamamos na intimidade, era que a gente pudesse ter diversão. Era a desculpa para que assistíssemos aos jogos, conversássemos sobre eles, nos reuníssemos aos finais de semana para fazer os programas ao vivo.

Com o tempo passando e os compromissos batendo à porta de todos, acabamos diminuindo bastante o ritmo, até paramos. Aí chegou a copa de 2014, e é lógico que não poderíamos ficar de fora da festa. Fizemos uma cobertura muito boa, chegamos a ter 30 mil acessos em um dia na nossa página do Facebook. Mas novamente os compromissos bateram à porta, algumas amizades se desfizeram, outras continuaram, porém mais distantes. Pouco depois da copa e praticamente só o Luiz Fernando Mutschele, o nosso querido Mutsa, continuou escrevendo por aqui.

Agora a Copa de 2018 está chegando, e de repente sentimos que é hora de recomeçar. Mas não faz sentido, em meio a tantas páginas legais, grupos de discussão em redes sociais, fazer o mesmo trabalho de todo mundo. Não queremos escrever sobre os jogos da copa, se foi ou não pênalti, se fulano é melhor ou pior do que o outro. Iremos atrás de histórias.

Pode ser a história de algum jogador, alguma seleção, um árbitro, um torcedor, enfim… qualquer coisa que evidencie o papel do futebol como instrumento de união não só no Brasil, mas em todo o mundo. Ainda não sabemos quem estará por aqui, a equipe antiga está sendo contatada aos poucos, e algumas pendências profissionais e pessoais precisam ser resolvidas para que todos possam estar de volta. Mas prometemos uma coisa: trazer a visão dos apaixonados por futebol, de uma forma que quem não gosta deste esporte jamais entenderá.

Enquanto os textos novos não saem, divirtam-se com o que temos de mais antigo por aqui.

Um forte Abraço a todos,

Fernando Henrique Brasil Rossini
Henrique Mariano Siqueira

Os desafios de Dilma

Antes de mais nada, é importante deixar claro que este não é uma postagem sobre política, sobre quem deveria vencer a eleição ou qual candidato/partido é melhor. É uma postagem sobre esportes.

Passada a eleição presidencial, a presidente (re)eleita Dilma Roussef tem muitos desafios no país, incluindo aí melhorias no esporte. “Ah, mas a presidente tem coisas mais importantes para se preocupar”, dirão alguns. Concordo e discordo. O esporte não é prioridade em uma gestão pública, claro, mas pode ajudar muito no desenvolvimento, como explicarei abaixo. (mais…)

A última dança?

A última dança?

Dona Palmera é uma senhora muito simpática. Centenária, italiana, sempre trabalhou como dançarina.

Viveu a época de ouro da dança nas décadas de 60 e 70. Era tão boa que montou uma escola de dança. Todos chamavam de Academia.

Talvez dona Palmera nunca tenha tido o melhor parceiro do mundo para dançar. Mas a dona Santina, que tinha o tal do Edson, conhecido por todos como o Rei da Dança, tinha sérias dificuldades em vencer os concursos em que enfrentava a “italianona”, como era conhecida dona Palmera.  (mais…)